JUVENIS – LIÇÃO Nº 10 – O AMOR NÃO GUARDA RESSENTIMENTO
O ressentimento é a nossa resistência ao ato de perdoar, a recusa em livrar o próximo da culpa por nos causar danos emocionais.
De acordo com a Equipe de Significados, o “ressentimento é o sentimento que se caracteriza pela existência de mágoas, rancores ou angústias que se formam como consequência de uma ofensa”.
É o sentimento anteposto pelo prefixo “-re” que caracteriza repetição, a frequência incessante deste sentimento: “sentir de novo ou sentir repetidamente as emoções negativas que foram provocadas a partir de uma atitude que foi mal-recebida pela pessoa ressentida.”
A pessoa teima em ficar retomando um sentimento de algo que já passou, ao invés de olhar adiante, concentrando-se no passado.
O ressentido exprime a sua relutância em perdoar, coloca obstáculos para isentar a culpa, mesmo que esteja sofrendo e sentindo “na própria pele” as consequências deste desconsolo. O trauma paralisa, as sensações de ódio vão se avolumando, bem como os desejos de vingança, as sensações acentuadas de tristeza e de raiva.
O magoado, na maioria das vezes, sente-se impedido de conversar, falar com a outra pessoa que lhe infringiu ofensas.
Ele tem uma ferida aberta, um sentimento de pesar. O rancor, por sua vez, surge quando a tristeza é mesclada por uma raiva que foi provocada por alguém. Daí surge este mal, uma agressividade que é dirigida a quem incitou o sentimento da raiva. Alguns imaginam que o rancor só irá passar se houver reação do prejudicado; caso contrário, terá efeito inverso, fazendo o ofendido sentir raiva de si mesmo.
Nas circunstâncias caracterizadas pelo ressentimento, há pensamentos e planos para a execução de uma vingança que não se tem coragem de realizar, além de não conseguir criar artifícios para afastar-se da mágoa que incomoda todo o tempo.
Geralmente, a pessoa magoada permite que o ressentimento se acentue cada vez mais, enquanto permanecer em estado de passividade diante do rancor, pois dificilmente procurará travar um diálogo com o ofensor e resolver a questão.
Enquanto não reagir, não questionar o outro e resolver as pendências, estará sujeita às contrariedades que a situação lhe provocou, a dores que a paralisarão internamente. Por isto as Escrituras nos recomendam a “guardar o nosso coração, porque dele procedem as saídas da vida.” (Pv 4.23)
Enquanto estiver ressentida, a pessoa está gritando internamente. Para Cruz (2022), “há gritos que remetem ao enfrentamento do vazio real do corpo, que sente a dor ampla de algo que invade seus pensamentos e lhe paralisa.”
Isto também acontece quando se pensa que o ofensor é muito mais forte, mais poderoso, mais convincente que o ofendido que termina se calando e sentindo um vazio em si mesmo.
Todos nós nos depararmos com a impossibilidade. O que fazer diante disso? Uma chance possível é culpar alguém pelo que não foi possível realizar, e, aí, entrar no ressentimento porque essa pessoa te privou das coisas boas da vida. Será? Talvez seja preciso consentir que outro não te deve nada […]
A cultura de perdão e reconciliação me parece um imperativo moral de fazer tudo ficar bem, restaurar a harmonia e a felicidade nas relações.
Parece-me mais uma utopia que uma realidade, porque as relações são feitas de diferenças e, portanto, de desencontros e decepções. O ser humano tem amor e raiva, aceitação e indignação. (Laura Maria, 2024)
Guardar ressentimento é como manter uma caixa de arquivo morto repleta de memórias e emoções negativas.
Em muitos casos, nestas caixinhas/pastas, predominam o arrependimento e a vingança. No entanto, é preciso atentar para fatos que são irreversíveis, pois os sentimentos trazem consigo as dores na alma e dores no corpo também, dores conscientes e inconscientes.
Somos seres que sentem contrariedade: raiva, amor, ódio, agressividade, alegria, uma enorme tristeza, ambição, generosidade, vaidade, inveja e compaixão.
A diferença está na forma como lidamos com estes sentimentos. A dor do ressentimento é uma das chaves para o adoecimento, para o surgimento de doenças causadas pela dor no corpo e efeitos da dor na alma: “A esperança adiada desfalece o coração, mas o desejo atendido é árvore de vida.” (Pv 13.12)
Ressentir-se significa atribuir a um outro a responsabilidade pelo que nos faz sofrer. Um outro a quem delegamos, em um momento anterior, o poder de decidir por nós, de modo a poder culpá-lo do que venha a fracassar” (Kehl, 2008).
Entendo que nossa cultura, muitas vezes, nos ensinou o modelo de vítima como modelo mais utilizado e preferido pela sociedade. (Santos, 2025)
Quando reavaliamos a situação, podemos notar que ela era muito diferente daquilo que víamos antes. É só passar por um processo de maturação. Santos, uma psicóloga clínica, sugere algumas circunstâncias que nos conduzem ao ressentimento e que podem nos auxiliar a buscar o caminho da libertação:
1)Valorizamos o tirano (aquele pelo qual temos ressentimento);
2)Como não temos a reparação (esquecimento), vivemos nos colocando na posição de vítima e sempre temos uma desculpa pela situação;
3)Resistimos às situações, pois sempre é mais fácil prorrogar uma situação a agir de forma a extingui-la;
4)Essa relação é circular, ou seja, é cultivada com grande expressão das nossas emoções, alimentando mágoas, rancores e, consequentemente, ressentimento, tornando-nos cada vez mais adoecidos (Santos, 2025)
A busca de libertação precisa ocorrer por que nossa postura mudou? Nossa cosmovisão/ visão de mundo não é mais a mesma? Ou por que passamos por um processo de maturação?
Algumas ocorrências têm o propósito de nos ensinar lições de vida, de nos fazer contemplar além do que está à nossa frente, mas a nossa visão ainda se encontra turva para contemplar o que é verdadeiro e justo.
Daí a necessidade de atentarmos cuidadosamente para nossas emoções e apreciarmos os motivos, assim vamos superar as dores que elas causam.
Para ficarmos livres do ressentimento, precisamos resolver, decidir perdoar, tomar a iniciativa para conceder perdão. Que não permitamos a dor do ressentimento nos corroendo, tal como o cupim, cujo remédio para eliminá-lo é bem específico e deve ser aplicado até serem dizimados. Para ser restaurado da dor e liberar alguém do ressentimento nutrido (contra a pessoa), em primeiro lugar é fundamental:
1.DESEJAR PERDOAR, OFERTAR PERDÃO: “Suportando-vos uns aos outros, e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também. “ (Cl 3.13) O perdão liberta das algemas do passado. Quando isto ocorre, não mais se apresenta o desejo de retribuir a ofensa.
2.A DOR NÃO É MAIS UMA CARGA PESADA: “ Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.
Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas.” (Mt 11. 28,29) Entreguemos nossas dores a Cristo e Ele nos trará o consolo.
3.ENTENDER O AMOR DE DEUS: “Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.” (Rm 5.8)
Todos nós somos pecadores e cometemos erros. Sendo assim, é imprescindível que compreendamos os motivos das falhas de outrem.
Também cometemos transgressões contra o Senhor e Ele nos perdoou. E se Ele teve misericórdia de nós, precisamos nos compadecer do próximo e perdoá-lo: “E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores.” (Mt 6:12)
4.NÃO GUARDEMOS RANCOR (NEM ÓDIO) NO CORAÇÃO: “Não odiarás a teu irmão no teu coração; não deixarás de repreender o teu próximo, e por causa dele não sofrerás pecado. Não te vingarás nem guardarás ira contra os filhos do teu povo; mas amarás o teu próximo como a ti mesmo. Eu sou o Senhor. “ (Lv19:17,18)
O veneno vai penetrando em nosso corpo e contaminando tudo, até destruir os órgãos vitais, levando-nos à morte. Assim atua o rancor em nosso ser espiritual, contaminando nossos pensamentos, matando nossa espiritualidade e comunhão com Deus, haja vista que somente vão prevalecer sentimentos ruins e não há possibilidade de se estabelecer adoração ao Senhor com um coração nesse estado. Antes de pensar em guardar algum rancor, é necessário lembrar que o Deus que adoramos é essencialmente amor, bondade e perdão: “Mas a
hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem.” (João 4:23) A vontade divina é que cultivemos a paz e procuremos dar passos em direção à reconciliação.
5.A NOSSA IRA SÓ PODE DURAR UM DIA: “Irai-vos, e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira. “ (Ef 4:26) Somos seres dotados de emoções tais como a raiva e o ódio também, mas não podemos ser guiados por elas. A ira não pode nos controlar.
Quando ela nos domina, perdemos o controle das nossas palavras e ações. Sendo assim, o crente deve buscar a paz que vem do Alto e acalma o coração. A ira que chega, deve passar antes que o dia termine, sem causar danos a ninguém, ao irado e ao causador da ira. “ Porque a ira destrói o louco; e o zelo mata o tolo. “ (Jó 5:2)
6.LIBERTO DE TODA AMARGURA:
“Toda a amargura, e ira, e cólera, e gritaria, e blasfêmia e toda a malícia sejam tiradas dentre vós, Antes sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo.” (Ef 4:31,32)
Além de ser negativa e irritante, a amargura vai corroendo qualquer tipo de relacionamento. Vai corroendo a paz interior, o sentido de contentamento, gerando uma insatisfação constante, pois a pessoa só mantém a lembrança do mal que lhe fizeram, o que contribui para deixá-la cada vez mais insatisfeita e ranzinza.
É óbvio que tais práticas não ajudam a resolver o problema, apenas piorá-lo. É como se tivéssemos uma ferida e, ao invés de medicá- la para sarar, ficássemos machucando mais, ampliando o hematoma, a escoriação para vê-la sangrar e supurar secreções.
Ao agirmos assim, maltratamos a nós mesmos, demonstrando falta de amor-próprio. Nestes momentos, precisamos entregar as dores a Cristo, pois Ele compreende os motivos das nossas feridas internas: “ Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. “ (Is 53:5)
7.NÃO CONCEDER OPORTUNIDADES AO DIABO: “Não deis lugar ao diabo.” (Ef 4:27) O propósito de Satanás é nos afastar do Senhor, impedir a nossa adoração. Está claro que ele vai se apropriar de situações nas quais o ressentimento, a ira e a mágoa causem o mal para corromper a nossa vida. Assim nos tornará infelizes, agressivos e amargurados.
Aquele que veio para roubar, matar e destruir, também quer furtar nossa paz com Deus e com o próximo. Jesus Cristo, ao contrário, é o Príncipe da Paz e veio nos dar vida com abundância, trazendo tranquilidade e esperança:
Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens. O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância. Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas. (Jo 10:9-11)
O Senhor Jesus deixou-nos ensinos maravilhosos sobre a melhor forma de reagir quando alguém procura nos fazer algo mal, que provocará ressentimentos.
Nos orienta a reagir como pessoas maduras que tem o amor de Deus derramado em seus corações e que não se sensibilizam com as ações daqueles que precisam conhecer o verdadeiro Deus.
É indispensável agir de modo contrário e surpreender aquele que se posiciona como inimigo e, assim, eliminar as possibilidades de provocar desavenças, porque estas ações desarmam o inimigo e demonstram a superioridade do amor de Deus que habita em nosso coração:
Ouvistes que foi dito: Olho por olho, e dente por dente. Eu, porém, vos digo que não resistais ao mau; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra; E, ao que quiser pleitear contigo, e tirar-te a túnica, larga-lhe também a capa; E, se qualquer te obrigar a caminhar uma milha, vai com ele duas.
Dá a quem te pedir, e não te desvies daquele que quiser tomar emprestado de ti. Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo, e odiarás o teu inimigo. (Mateus 5:38-43)
Tudo isto é a comprovação de que houve maturidade espiritual. Vejamos a situação do Rei Davi quando estava fugindo de Jerusalém e foi insultado por Simei. Seus companheiros quiseram vingar-se, mas Davi os impediu, porque o amor divino estava derramado em seu coração e prosseguia confiando em Deus:
E atirava pedras contra Davi, e contra todos os servos do rei Davi; ainda que todo o povo e todos os valentes iam à sua direita e à sua esquerda.
E, amaldiçoando-o Simei, assim dizia: Sai, sai, homem de sangue, e homem de Belial. O Senhor te deu agora a paga de todo o sangue da casa de Saul, em cujo lugar tens reinado; já deu o Senhor o reino na mão de Absalão teu filho; e eis-te agora na tua desgraça, porque és um homem de sangue.
Então disse Abisai, filho de Zeruia, ao rei: Por que amaldiçoaria este cão morto ao rei meu senhor? Deixa-me passar, e lhe tirarei a cabeça.
Disse, porém, o rei: Que tenho eu convosco, filhos de Zeruia? Ora deixai-o amaldiçoar; pois o Senhor lhe disse: Amaldiçoa a Davi; quem pois diria: Por que assim fizeste?
Disse mais Davi a Abisai, e a todos os seus servos: Eis que meu filho, que saiu das minhas entranhas, procura a minha morte; quanto mais ainda este benjamita? Deixai-o, que amaldiçoe; porque o Senhor lho disse.
Porventura o Senhor olhará para a minha miséria; e o Senhor me pagará com bem a sua maldição deste dia (II Sm 16:6-12)
E o mesmo Simei que amaldiçoou o procurou para pedir perdão, que lhe foi concedido apesar de protestos.
E disse ao rei: Não me impute, meu senhor, a minha culpa, e não te lembres do que tão perversamente fez teu servo, no dia em que o rei, meu senhor, saiu de Jerusalém; não conserve o rei isso no coração.
Porque teu servo deveras confessa que pecou; porém eis que eu sou o primeiro que de toda a casa de José desci a encontrar-me com o rei, meu senhor.
Então respondeu Abisai, filho de Zeruia, e disse: Não morreria, pois, Simei por isto, havendo amaldiçoado ao ungido do Senhor?
Porém Davi disse: Que tenho eu convosco, filhos de Zeruia, para que hoje me sejais adversários? Morreria alguém hoje em Israel? Pois porventura não sei que hoje fui feito rei sobre Israel?
E disse o rei a Simei: Não morrerás. E o rei lho jurou. (2 Sm 19:19-23)
Uma virtude é essencial para conceder o perdão: a humildade. Ela seguiu José no Egito, seguiu Davi na sua trajetória como pastor, guerreiro e rei e, também, seguiu Jó durante sua prosperidade e provação na miséria.
Em Jó 19.13 -15, o servo de Deus lamenta que perdeu seus amigos, que suas amizades sofreram abalos, pois ele já não mais era um homem digno de crédito e estava sendo acusado pelos pecados que não cometera:
Pôs longe de mim a meus irmãos, e os que me conhecem, como estranhos se apartaram de mim.
Os meus parentes me deixaram, e os meus conhecidos se esqueceram de mim.
Os meus domésticos e as minhas servas me reputaram como um estranho, e vim a ser um estrangeiro aos seus olhos. (Jó 19:13-15)
Certamente, ele sofrera imensamente com o afastamento destas pessoas; o cativeiro de Jó só foi revertido quando ele começou a orar pelos seus amigos, aqueles que tinham se afastado ressentidos, ressabiados com o pecado do patriarca; quando o servo de Deus decidiu interceder por quem estava injuriando a sua pessoa.
E o Senhor virou o cativeiro de Jó, quando orava pelos seus amigos; e o Senhor acrescentou, em dobro, a tudo quanto Jó antes possuía.
Então vieram a ele todos os seus irmãos, e todas as suas irmãs, e todos quantos dantes o conheceram, e comeram com ele pão em sua casa, e se condoeram dele, e o consolaram acerca de todo o mal que o Senhor lhe havia enviado; e cada um deles lhe deu uma peça de dinheiro, e um pendente de ouro.
E assim abençoou o Senhor o último estado de Jó, mais do que o primeiro […] (Jó 42:10-12)
Vejamos que só pode orar e ser ouvido aquele que está com o coração livre de rancor. O patriarca recebeu amorosamente todos os que se afastaram dele, como se nada tivesse acontecido e o Senhor o abençoou ainda mais.
É por isto que vale a pena perdoar, é um alívio perdoar e Deus se agrada muitíssimo quando tomamos esta decisão. “Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor; Tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem. “ (Hb 12:14,15)
SUGESTÕES DE ATIVIDADES:
Cremos que este é o momento para o professor fazer o apelo e indagar os alunos acerca de alguma situação que causou ressentimento entre eles. Caso haja alguma situação, converse sobre a importância do perdão e retome algum ponto tratado na aula.
Segue uma dinâmica para você fazer com a turma: Dinâmica do PERDÃO | Quebra Gelo e Brincadeiras Divertidas. Disponível : https://www.youtube.com/watch?v=gowTut_1XL0. Acesso em 29nov.2025.
Uma dinâmica de Fernanda Guedes. Dinâmica sobre perdão.
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=VDQ_Z1MN1UY. Acesso em 29nov.2025.
Atenção: Faça a experiência antes de levar para seu grupo. Use um copo largo, pois em um copo estreito, se o ovo for grande, ele pode ficar agarrado e terão a impressão de que está boiando antes de colocar o sal.
REFERÊNCIAS:
CRUZ, Cleidiane da Silva. Ressentimento e saúde mental. Disponível em: https://blog.amarelosaudemental.com.br/ressentimento-e- sa%C3%BAde-mental. Acesso em 28 nov.2025.
GOTQUESTIONS. O que a Bíblia diz sobre o ressentimento? Disponível em: https://www.gotquestions.org/Portugues/Biblia- ressentimento.html. Acesso em 28 nov.2025.
GUERRA, Rodrigo. 7 conselhos bíblicos para tirar mágoa e o ressentimento do coração. Disponível em: https://www.bibliaon.com/vencer_o_ressentimento/. Acesso em 28 nov.2025.
MARIA, Laura. Entenda o que é o ressentimento e o que fazer para não deixá-lo te dominar. Disponível em: https://www.otempo.com.br/interessa/2024/5/29/entenda-o-que-e-o- ressentimento-e-o-que-fazer-para-nao-deixa-lo-. Acesso em 28 nov.2025.
RESSENTIMENTO. In: Equipe de Significados. Disponível em: https://www.significados.com.br/ressentimento/. Acesso em 28 nov.2025.
SANTOS, Elaine Ribeiro dos. Ressentimento: a chave para o adoecimento. Disponível em: https://formacao.cancaonova.com/espiritualidade/cura- interior/ressentimento-a-chave-para-o-adoecimento/. Acesso em 28 nov.2025.
Profª. Amélia Lemos Oliveira
Fonte: https://www.portalebd.org.br/classes/juvenis/11947-licao-10-o-amor-nao-guarda-ressentimento-i
Vídeo: https://youtu.be/3dJNhogAXic
