Sem categoria

JUVENIS – LIÇÃO Nº 11- O AMOR NÃO SE ALEGRA COM A INJUSTIÇA

Nossa lição refere-se à importância da sensibilidade, do amor ao próximo, do altruísmo. Como cristãos, precisamos nos colocar no lugar do outro, ter compaixão e procurar atender à necessidade do próximo como se estivéssemos fazendo por nós mesmos.

Abbagnano (2000, p.594) menciona Aristóteles dizendo que a justiça “é a virtude integral e perfeita: integral porque compreende todas as outras, perfeita porque quem a possui pode utilizá-la não só em relação a si mesmo, mas também em relação aos outros.”

Esta observação nos faz refletir sobre o posicionamento do homem justo que busca uma vivência orientada pela divina Palavra do Senhor.

Se a trajetória do cristão estiver moldada na Palavra do Senhor e ele buscar o aperfeiçoamento espiritual, todos verão que acrescentará virtude à virtude, ajustando-se cada vez mais aos padrões divinos. Que este seja o alvo de muitos servos de Deus:

E vós também, pondo nisto mesmo toda a diligência, acrescentai à vossa fé a virtude, e à virtude o conhecimento, E ao conhecimento a temperança, e à temperança a paciência, e à paciência a piedade, E à piedade o amor fraternal, e ao amor fraternal o amor. (2 Pe 1:5-7)

Buscar as virtudes espirituais precisa ser um dos alvos buscados pelos cristãos, os quais são imitadores de Cristo, imitadores de Deus como filhos amados (Ef 5.1).

Todo filho de Deus traz a marca, a imagem do Pai Celestial e a sua meta é tornar-se cada vez mais parecido com Ele. Nosso Deus é essencialmente AMOR e essencialmente JUSTO.

Precisamos aprender com Cristo, a expressa imagem divina aqui na Terra, pois o Mestre sempre demonstrou compaixão e agiu amorosamente e de modo justo com as pessoas, sem discriminá-las, apontando que eram indignas de receber a bênção do Senhor.

Ele foi o MAIOR EXEMPLO para todos nós, pois sua forma de atuar é a expressão de seu caráter moral justo e reto (tsedek , justo no AT e dikaios no NT).

Sempre age segundo o que é justo, o seu parâmetro é a justiça e, como resultado, desta justiça, as pessoas são tratadas conforme o que merecem, sendo recompensadas ou punidas.

O fato de servirmos a um Deus justo, a um Deus reto, onipotente, que está no comando de todas as coisas, deve ser motivo para glorificarmos o Seu nome, de acordo com Wayne Grudem. Para ele, devemos agradecer a dádiva de servir a um Deus tão poderoso:

Todavia, perceber que a justiça e a onipotência são atributos de Deus deve ser causa de ação de graças e gratidão. Se ele fosse um Deus de perfeita justiça, mas destituído de poder para impor essa justiça, não seria digno de adoração nem teríamos nós garantias de que a justiça prevaleceria de fato no universo.

Mas se fosse um Deus de poder ilimitado, porém injusto no seu caráter, como não seria inconcebivelmente terrível o universo!

A injustiça se arraigaria no próprio centro de toda existência, e ninguém nada poderia fazer para mudar isso.

A existência não teria sentido, e ficaríamos entregues ao mais completo desespero. Devemos, portanto, agradecer e louvar a Deus pelo que ele é, pois “todos os seus caminhos são juízo, Deus é fidelidade, e não há nele injustiça; é justo e reto” (Dt 32.4). (Grudem, 1999, p.155)

O Salmista afirmou que o Senhor é justo em todos os seus caminhos e benigno em todas as suas obras (Sl 145.17), o que explica a Sua fidelidade, a pura luz da santidade divina.

Porque é justo, é veraz e cumpre tudo o que promete, nem se esquece do trabalho de cada um, nem deixa de reconhecer o esforço das pessoas para agradar a Deus e servir ao Senhor.

Na sua retidão, o “ O Senhor faz justiça e juízo a todos os oprimidos. “ (Sl 103:6) Avaliando este aspecto, observamos as circunstâncias que levaram Cristo a reagir daquele modo com a mulher cananeia e a pergunta que surge diante de nós é a seguinte:

Cristo foi injusto com aquela mulher? Ele foi severo com alguém que lhe fazia uma súplica? O estudioso Goulburn é citado por Bancroft e na sua opinião sobre um caráter perfeito como o de Cristo, há algumas considerações a se fazer:

Bondade e severidade são elementos de um caráter perfeito, mesmo entre os homens. Sem bondade, o caráter se torna duro e inflexível; repele, em lugar de conquistar.

Por outro lado, sem severidade a bondade degenera em fraqueza; degenera naquela flexibilidade moral que, em pessoas conhecidas por ‘boazinhas’, frequentemente leva os homens a ceder com facilidade perante as seduções dos pecadores.

Em um caráter perfeito, se existisse entre os homens, ver-se-iam os poderes da bondade e da severidade mantidos em equilíbrio exato. É tal, segundo nos assegura a palavra de Deus, é o caráter dAquele com Quem temos de tratar – ‘Considerai, pois, a bondade e a severidade de Deus'” (Goulburn. In: Bancroft, 1995, p.70)

A mulher cananeia, oriunda da região de Tiro e Sidon, na Fenícia, uma nação idólatra que não reconhecia a majestade do Deus de Israel veio à procura de Cristo para que sua filha fosse curada.

A cura da filha da mulher cananeia ocorreu nas imediações da região entre Sidom e Tiro, ao norte da Galileia.

Sidom também é conhecida como Zidon. Nos tempos antigos, a atividade comercial a tornou uma das cidades mais importantes da Fenícia.

Tiro é uma outra importante cidade comercial, localizada cerca de 35 quilômetros ao sul de Sidom. Durante seu ministério, o apóstolo Paulo visitou os membros da Igreja nesse local (ver Atos 21:3–7).

O Mestre reagiu de modo surpreendente, deixando de atendê-la, a ponto de os discípulos solicitarem para que cuidasse da sua causa, haja vista que estava gritando.

Então Cristo diz aos discípulos que foi enviado apenas às ovelhas perdidas de Israel, mas as ovelhas israelitas haviam-no rejeitado e Ele estava de saída do território da Galileia, a caminho de Tiro e Sidon, com o fim de sossegar um pouco.

Como os seus milagres já eram bem conhecidos, não escapou dos gritos insistentes daquela mulher que buscava um gesto de bondade do Salvador do Mundo.

A reação dos discípulos não era um sentimento de compaixão. Pelo contrário, para eles a mulher era um estorvo e queriam livrar-se dela o mais rápido possível.

Atender a um pedido para livrar-se de alguém que é, ou pode converter-se em um estorvo, é uma reação muito comum, mas é muito diferente do amor, da compaixão e da piedade cristãos.

Mas havia um problema. Não podemos duvidar por um instante de que Jesus sentia compaixão pela mulher, mas ela era uma gentia. Não só era gentia, mas também pertencia aos cananeus e os cananeus eram inimigos ancestrais dos judeus.

Nessa mesma época, ou não muito depois, Josefo podia escrever: “Dos fenícios, os de Tiro são os que têm os piores sentimentos contra nós.” Jesus aproveitaria a oportunidade e ensinaria aos discípulos uma grande lição de como se deveria trabalhar pela salvação de todas as pessoas, inclusive dos pagãos. (Barclay)

A cananeia tomou conhecimento das coisas maravilhosas que Jesus fez, enquanto os discípulos diziam: Dá-lhe o que pede”, diziam, “e livre-se dela” (Mt 15:23).

Mas o Senhor ainda surpreende dizendo que “Não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos” (Mt 15:26) Foi um insulto mortal e pejorativo, O judeu se referia a estes povos como “cães gentios”.

Por que faziam referência a este animal? Porque os cães eram os sujos habitantes das ruas, eram animais fracos, selvagens, frequentemente doentes. Barclay declara que Cristo disse isto sem nenhuma amargura na voz, nem insulto nas palavras.

E os ouvintes perceberam isto. Empregou o “diminutivo de cães (kunaria) e os kunaria não eram os cães vagabundos mas os cães de madame, muito distintos dos vira-latas que assolavam as ruas e revolviam os montões de lixo.” A mulher era grega, de rápida percepção e com o engenho dos gregos, respondeu:

E ela disse: Sim, Senhor, mas também os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus senhores.

Então respondeu Jesus, e disse-lhe: Ó mulher, grande é a tua fé! Seja isso feito para contigo como tu desejas. E desde aquela hora a sua filha ficou sã. (Mt 15:27,28)

Em outra ocasião, trouxeram uma mulher até Cristo sugerindo que fosse apedrejada, mas o Mestre percebe a sutileza da atitude farisaica e responde à altura, o que os deixa envergonhados a ponto de fazê-los lançar as pedras ao chão e sair em silêncio. A mulher não foi condenada por Jesus e Ele a instrui:

“Nem eu também te condeno; vai- te, e não peques mais.” ( Jo 8:11)

O amor não se alegra com a injustiça, não justifica o pecado em si, mas justifica o pecador. Cristo, que é a personificação do amor, entregou a sua vida por nós, num ato de pleno amor, para resgatar-nos do pecado e nos remir, isto é, pagar o preço pelo nosso pecado, preço de sangue que purifica o pecado e torna o homem justo diante de Deus.

Sendo assim, o nosso Pai Celestial condena o pecado, mas não condena o pecador. Para eliminar o efeito do pecado, Jesus veio e trouxe a solução, nossas boas ações não nos tornam justos, mas o poder restaurador do sangue de Cristo derramado na cruz realiza tudo.

Portanto, não importa a gravidade do pecado, porque este sangue “purifica de todo pecado” (I Jo 1.7). Desta forma, a discriminação de pessoas é totalmente reprovável diante de Deus, haja vista que todos podem ser restaurados à sua condição de salvos redimidos, de santos que estão se preparando para adentrar às mansões celestiais. Todos os remidos têm direito a habitar com o Senhor.

Logo muito mais agora, tendo sido justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira. (Rm 5:9)

E, se invocais por Pai aquele que, sem acepção de pessoas, julga segundo a obra de cada um, andai em temor, durante o tempo da vossa peregrinação, sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que por tradição recebestes dos vossos pais, mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado, o qual, na verdade, em outro tempo foi conhecido, ainda antes da fundação do mundo, mas manifestado nestes últimos tempos por amor de vós; (I1 Pe 1:17-20)

A justiça de Deus se manifesta quando o Senhor, em sua retidão, atende ao pobre e oprimido, pois em sua bondade, não permitira que a pessoa carente de seu amor permanecesse numa situação injusta. Ao contemplar a cananeia, viu a fé crescente dela, sua atitude de adoração, persistência na busca pela cura como exemplos de alguém que clama por justiça.

A mulher considerada adúltera, foi alvo de descumprimento da Lei e vítima da misoginia; o Mestre, por sua vez, não permitiria que uma mulher fosse vítima do descaso e desprezo de homens que fazem acepção de pessoas e se consideram superiores aos outros.

Tal atitude contraria os princípios de retidão divinos. Cristo não endossaria esta proposta de apedrejamento dos fariseus.

O Filho de Deus veio para mostrar aos homens o que é o verdadeiro amor e sensibilidade e, em inúmeras circunstâncias, até mesmo naquelas que não foram registradas, Ele demonstrou sensibilidade para o próximo, o seu coração movia-se de íntima compaixão e Ele demonstrava disposição para levantar e atender o necessitado.

Aos carentes de justiça, Ele disse: “Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos;” (Mt 5:6).

Vivemos numa sociedade onde predomina a injustiça, onde se verifica o crescente aumento da insensibilidade, quando as pessoas não mais se importam com a necessidade do próximo e se observa o profético esfriamento do amor.

Tudo isto vai gerando cada vez mais injustiças e desigualdades: “E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará.” (Mt 24:12)

Segundo I Co 13.6, “o amor não se alegra com a injustiça” e, para o cristão, é inconcebível que haja exploração, discriminação, maus- tratos a pessoas que estão em situações de vulnerabilidade:

Meus irmãos, não tenhais a fé de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor da glória, em acepção de pessoas. Porque, se no vosso ajuntamento entrar algum homem com anel de ouro no dedo, com trajes preciosos, e entrar também algum pobre com sórdido traje, E atentardes para o que traz o traje precioso, e lhe disserdes:

Assenta-te tu aqui num lugar de honra, e disserdes ao pobre: Tu, fica aí em pé, ou assenta-te abaixo do meu estrado. Porventura não fizestes distinção entre vós mesmos, e não vos fizestes juízes de maus pensamentos? (Tg 2:1-4)

O justo procura viver em retidão e, nesta busca, está a combater o preconceito, a desonestidade, a mentira, a humilhação e o preconceito. Por isto, ele não aceita que se manifestem de modo desfavorável ao próximo com maus-tratos ou falando mal:

Estas seis coisas o Senhor odeia, e a sétima a sua alma abomina: Olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, O coração que maquina pensamentos perversos, pés que se apressam a correr para o mal, A testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia contendas entre irmãos. (Pv 6. 16-19)

Pessoas escarnecedoras e mentirosas, de olhar altivo que costuma cometer perversidades são as escarnecedoras, que se ajuntam a outros para zombar, achincalhar, caçoar, ridicularizar, troçar de pessoas simples, de servos de Deus que pregam o Evangelho, profetizam, falam línguas etc.

Tomemos cuidado! Muitos programas de TV, vídeos no you tube e reels são elaborados com o fim de ridicularizar o povo de Deus e muitos ficam “curtindo” e até divulgando tais mensagens. Tal atitude envolve preconceitos e zombarias ao povo de Deus. O Senhor não se agrada disso. É injusto agir desta forma com nossos irmãos!

É injusto levantarmos contendas, conflitos entre os irmãos na igreja e fora dela. Não é correto usarmos os diversos meios, tais como a nossa fala ou meios eletrônicos para divulgarmos situações cotidianas que nos desagradam e provocarmos contendas.

Isto vira conflito e todos começam a comentar; consequentemente, alguns despertam a sua incredulidade e ridicularizam a pregação do evangelho.

Por causa da imprudência e arrogância de alguns, a divulgação das boas-novas começa a sofrer, porque estas pessoas só levam más notícias. Não podemos seguir os escarnecedores! De acordo com o site do TJRN, a palavra discriminação:

A palavra “discriminação”, com base em sua origem, traz a ideia de diferenciar, distinguir ou discriminar.

No caso da discriminação no contexto do trabalho, a distinção não é associada a um significado positivo, mas a um tratamento desigual ou injusto, fundamentado em algum tipo de preconceito.

A discriminação é uma forma especialmente cruel de violência psicológica, que pode comprometer a identidade, dignidade e as relações afetivas e sociais da vítima.

Observando os contextos que definem os sentidos de discriminação, é preciso atentar para os atos de caráter segregatício na sociedade e na igreja.

Os cristãos não podem agir com este fim, sentindo-se superiores aos demais porque estão salvos.

Precisam lembrar-se que a salvação não é um mérito particular, não foi obtida pelas obras, pelas boas coisas que fez, mas pela misericórdia do Senhor que os alcançou e os remiu com o sangue de Cristo. Em seu início, o apóstolo Paulo e o Primeiro Concílio da Igreja já deixara estabelecido que, na Igreja, não deveria haver segregação de judeus e gentios, homens e mulheres, porque é a mesma fé que une os cristãos, o mesmo Deus que é adorado, a mesma Palavra que é professada.

Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus. (Gl 3:28)

Porquanto não há diferença entre judeu e grego; porque um mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam. (Rm 10:12)
E não fez diferença alguma entre eles e nós, purificando os seus corações pela fé. (Atos 15:9)

O ato discriminatório é resultado da pecaminosidade humana e nós vivemos numa nova dimensão de vida em Cristo.

Foi o que Jesus nos ensinou quando não discriminou a mulher acusada de adultério e apenas a orientou a não cometer o mesmo pecado. Os fariseus discriminaram a mulher, mas Cristo apenas trataria da questão do pecado e foi o que ele fez.

Conduziu a situação de tal modo que a levou ao arrependimento. Cristo travou um diálogo com a cananeia para colocar a sua fé em ação e conduzi-la a uma fé e adoração mais consistentes, até que ela recebeu a bênção.

Ele esteve com os samaritanos, entre os publicanos, prostitutas, leprosos e estrangeiros, pessoas consideradas non gratas no meio social que precisavam de salvação, porque esta bênção veio para todos.

Todos aqueles que vivem na verdade, que pregam a verdade, precisam conscientizar-se da necessidade de convivermos em comunhão uns com os outros, respeitando as diferenças e aprendendo a se compadecer diante da necessidade alheia.

SUGESTÕES DE ATIVIDADES:
-Interrogue a turma com o fim de verificar se alguém já assistiu uma situação de preconceito na igreja. Procure levantar modos de resolver tais situações.

-Dinâmica do “Presente Invisível”

Objetivo: Promover a reflexão sobre como valorizamos as pessoas além das aparências e estereótipos.
Como aplicar: Peça a cada participante que pense em uma qualidade ou característica pessoal (não física) que considera valiosa, mas que talvez não seja imediatamente óbvia para os outros. Em seguida, usando um pedaço de papel ou verbalmente em um círculo de confiança, eles “oferecem” essa qualidade como um “presente invisível” ao grupo. Isso ajuda a ver além do que é visível e a valorizar as contribuições internas.

-Dinâmica do “Espelho da Identidade”

Objetivo: Focar na identidade em Cristo acima de rótulos sociais. Como aplicar: Um espelho é colocado dentro de uma caixa decorada como um “presente especial”. Cada pessoa é convidada a olhar para dentro da caixa, vendo seu próprio reflexo. O líder, então, fala sobre como Deus vê cada um como único e valioso, combatendo a ideia de que a aparência ou origem define o valor de uma pessoa.

REFERÊNCIAS:

BARCLAY, William. Não se tira dos filhos o pão para dar aos cachorrinhos In: Comentário Bíblico de Mateus. Disponível em: https://biblia.com.br/perguntas-biblicas/nao-se-tira-dos-filhos-o-pao- para-dar-aos-cachorrinhos/. Acesso em 06dez.2025.

BANCROFT, Emery H. Teologia Elementar: doutrinária e conservadora. 3.ed. São Paulo: Editora Batista Regular, 1995.

DISCRIMINAÇÃO. O que é discriminação. Disponível em: https://tjrn.jus.br/assedio-discriminacao-e-racismo/discriminacao/.
Acesso em 06dez.2025.

GRUDEM, Wayne. Teologia Sistemática: atual e exaustiva. São Paulo: Vida Nova, 1999.

JUSTIÇA. In: ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de Filosofia. 4.ed. São Paulo: Martins Fontes, 2000, p. 593.

Profª. Amélia Lemos Oliveira

Fonte: https://www.portalebd.org.br/classes/juvenis/11966-licao-10-o-amor-nao-guarda-ressentimento-i-2

Vídeo: https://youtu.be/SrjoSzOsJq8

Deixe uma resposta

Descubra mais sobre Iesus Kyrios

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continue reading