JUVENIS – LIÇÃO Nº 3 – O QUE É UMA IGREJA RELEVANTE
Quando nosso Deus criou o homem, fê-lo com o propósito de adorá-lO, manter comunhão com Ele e dominar sobre as criaturas que estão na face da Terra.
O homem é um mordomo do nosso Deus, um administrador de todas as coisas criadas. Para exercer esta função, ele não poderia ficar só, precisaria de companhia e, por isto, o Senhor criou a mulher:
“E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele.” (Gn 2:18) A mulher foi criada para atender uma necessidade: de socialização, de companhia.
Não podemos fazer nada sozinhos. É por isto que este trecho bíblico não se refere apenas ao casamento, mas à carência que temos do auxílio do próximo em nossas atividades.
É para isto que existe a igreja, para o trabalho em conjunto, para se abandonar o egoísmo e praticar o altruísmo, para compartilhar o prazer de trabalhar em grupo sem discriminar pessoas, tratando-as igualmente:
“Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus.” (Gl 3:28)
Os salvos, os redimidos pelo sangue de Cristo, devem demonstrar com o seu modo de ser e de agir que foram, de fato, transformados, tirados para fora do mundo, que não vivem mais segundo os prazeres mundanos e suas concupiscências, nas suas práticas cotidianas, na forma de tratar os irmãos e no cultivo do amor ao próximo.
Sendo assim, não há razões para aderirmos à causa dos desigrejados, porque um grupo só funciona quando trabalha junto.
Pode ser que haja discordâncias durante a execução das atividades, mas o amor a tudo supera e os crentes retornam ao relacionamento anterior.
O rompimento com o grupo e a solitude dificultam a adoração e comunhão, pois são mais motivadoras quando exercidas coletivamente.
Pertencer a uma igreja não consiste apenas em assistir aos cultos pela TV, via you tube, ou assistir aos cultos em finais de semana e sair apressadamente sem cumprimentar ninguém.
O ato de pertencer envolve o comprometimento com o grupo, estar junto, sentir emocionalmente as dores do grupo e alegrar-se quando as coisas boas estão acontecendo: “Alegrai-vos com os que se alegram; e chorai com os que choram. Sede unânimes entre vós […]” (Rm 12:15, 16 a)
Jesus menciona a palavra “ekklesia” que é traduzida por assembleia, mas, também, indica a igreja em todas as suas dimensões. Composta pela preposição “ek” designa a origem, ponto de partida, procedência (de lugar, tempo ou causa).
A preposição “ek” pode ser traduzida: para dentro de, por, de, ou fora de. O vocábulo “klesia” é oriundo de “kaleo”, o qual significa chamar (em alta voz), convidar; também indica o ato de dar ou receber nome, chamar alguém pelo seu nome, ostentar um nome um título.
Sendo assim, a palavra “ekklesia” é uma combinação dos dois vocábulos que são uma expressão do grupo dos “chamados para fora”.
Para os gregos, o vocábulo “ekklesia” se refere ao ajuntamento de cidadãos para fora de suas casas, com o fim de se reunirem em lugares públicos e, assim, deliberarem sobre questões sociais, políticas e filosóficas:
“E, se de alguma outra coisa demandais, averiguar-se-á em legítima assembleia.” (Atos 19:39) Quando os homens se reuniam por acaso, ou formavam burburinho, também formavam uma assembleia:
Uns, pois, clamavam de uma maneira, outros de outra, porque o ajuntamento era confuso; e os mais deles não sabiam por que causa se tinham ajuntado. […]
Na verdade até corremos perigo de que, por hoje, sejamos acusados de sedição, não havendo causa alguma com que possamos justificar este concurso. E, tendo dito isto, despediu a assembleia. (Atos 19:32,40,41)
Ekklesia também foi palavra, utilizada pelos gregos, para apontar grupos mais restritos, pessoas especialmente selecionadas, “reunidas dentre uma multidão”.
Como exemplo, temos o cidadão que era considerado habilitado para participar da assembleia geral dos cidadãos que discutiam assuntos públicos. Eram pessoas chamadas dentre (toda) a população e dela selecionada para exercer um direito cívico específico.
Disponível em: https://www.facebook.com/100063679685702/posts/os-cidad%C3%A3os- atenienseseram-homens-livres-nascidos-na-p%C3%B3lisparticipavam-ativament/1281189477347030/. Acesso em 06jan20026.
Diante destes conceitos, podemos afirmar, com toda certeza, que a Igreja é um corpo espiritual de salvos que foram chamados por Deus, que fazem parte do corpo espiritual que é a igreja, o qual foi planejado e estabelecido por Ele, desde a fundação do mundo, a partir do sacrifício vicário de Cristo JESUS:
O qual, na verdade, em outro tempo foi conhecido, ainda antes da fundação do mundo, mas manifestado nestes últimos tempos por amor de vós; E por ele credes em Deus, que o ressuscitou dentre os mortos, e lhe deu glória, para que a vossa fé e esperança estivessem em Deus; (1 Pedro 1:20,21)
A História da Igreja está conectada com a vinda do Cordeiro que tira o pecado do mundo, pois só tivemos conhecimento da existência da futura Igreja quando o Mestre anunciou o seu surgimento futuro, quando a Si mesmo se declarou como o alicerce sobre o qual a Igreja estaria fundamentada “sobre esta
Pedra edificarei a minha Igreja”. A Pedra é Cristo. Ele estava falando dele mesmo, porque usou o pronome demonstrativo na primeira pessoa: esta pedra, apontando para quem fala.
Edificarei é um verbo no futuro do presente do indicativo, que trata de um fato real, que realmente iria ocorrer. Portanto, Cristo estava anunciando que a Igreja ainda não tinha nascido. Ele ainda não morrera nem ressuscitara.
Após cinquenta dias, entre sua morte e ressurreição, no Dia de Pentecostes, assistimos ao nascimento da Igreja. Esta é a data oficial do nascimento da Igreja: o Dia de Pentecostes.
Neste dia, os discípulos experimentam uma visível mudança que ficou registrada para todos os povos que acessam as Escrituras.
O entusiasmo, a disposição e o sacrifício pela causa do Evangelho são os sinais de que aqueles discípulos, de fato, estavam vivenciando tudo o que aprenderam com Cristo, tornando-se verdadeiros imitadores do Mestre, prosseguindo no serviço para o qual foram chamados.
Assim Tabernáculo foi construído e a confirmação da bênção divina sobre o local foi a manifestação da glória divina:
“Então a nuvem cobriu a tenda da congregação, e a glória do Senhor encheu o tabernáculo;” (Êx 40:34), o poder divino inundou a casa aonde todos estavam assentados.
Durante o seu ministério terreno, Jesus havia juntado os materiais com os quais haveria de dar forma à sua Igreja. Tais materiais eram compostos de pessoas e de seus ensinos. Para que estes instrumentos atuassem na vida das pessoas e contribuíssem na pregação das boas-novas, foi necessário que o edifício fosse erigido pelo seu sucessor, o Espírito Santo.
Realmente, essa obra foi feita pelo Espírito Santo, operando através dos apóstolos, que lançaram os fundamentos e edificaram a Igreja por sua pregação, ensino e organização.
Por isso, a Igreja é descrita como sendo edificada sobre o fundamento dos apóstolos, tendo Jesus Cristo como a base principal: “Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra da esquina;” (Ef. 2.20).
A Igreja, cujo fundamento é Cristo e a Palavra de Cristo, ensinada pelos apóstolos (por isto temos as epístolas que pregam os fundamentos da nossa fé segundo Cristo) está firmada na Verdade, cumprindo a Sua Missão na Terra.
Condições e responsabilidades da Igreja:
a)Seguir a Jesus Cristo, abandonar o mundo e o pecado, e voltar-se totalmente aos princípios da Palavra de Deus;
b)Testemunhar do amor de Deus e do que Ele fez, através de nossas vidas, a outras pessoas;
c)Testemunho de vida. No falar, no agir, no pensar, na conduta, nos padrões de vida e moral, o cristão precisa ser diferente.
d)Submissão à liderança e aos princípios de autoridade espiritual, ou seja, aos pastores.
e)Exercer o ministério para o qual foi chamado, e trabalhar em prol do Reino de Deus, edificando o corpo de Cristo;
f)Como membro batizado nas águas deve ser um fiel dizimista e ofertante, obedecendo à Palavra de Deus;
g)Ser um membro participante nos trabalhos da Igreja.
Disponível em:
https://www.facebook.com/igrejaavivalista/photos/a.291931824589546/102362033 8087354/?id=290583131391082. Acesso em 06jan2026.
A Igreja é chamada Edifício de Cristo porque está estruturada nele, a Pedra Principal, que mantém todos unidos em torno de um propósito: manter o edifício firme, de acordo com o fundamento, a Pedra Viva que a tudo sustenta.
Muitos já devem ter percebido que, em construções antigas, os prédios dispõem de colunas principais que mantém os edifícios firmes.
Tais colunas não podem ser eliminadas, senão a construção ruirá. Assim ocorre com a Igreja. A sua pedra de sustentação, a coluna que a sustenta é Cristo.
Sem o nosso Mestre, ela não se sustentará. Além disto, todos nós fazemos parte desta construção como pedras vivas que fazem parte desta construção planejada pelo Arquiteto Maior (Cristo).
Também não estamos soltos, separados, isolados nesta construção. Estamos conectados uns aos outros, somos dependentes uns dos outros.
Por isto, a Bíblia diz que somos edificados “casa espiritual”: “E, chegando-vos para ele, pedra viva, reprovada, na verdade, pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa, Vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo. “ (1 Pe 2:4,5)
Em 1 Pedro 2:4-5, somos chamados para um entendimento profundo da Igreja como algo muito mais grandioso do que uma construção física.
A Igreja de Cristo é um edifício espiritual, um templo construído com pedras vivas – nós, os cristãos. Cristo, a Pedra Angular, é o fundamento sólido sobre o qual toda a Igreja se ergue.
Quando Pedro usa a imagem de um edifício espiritual, ele nos revela a verdadeira natureza da Igreja: não é algo feito por mãos humanas, mas algo divino, vivo, que se baseia em Cristo, a pedra que os homens rejeitaram, mas que para Deus é preciosa.
A primeira verdade que precisamos compreender é que a Igreja não pode ser construída sem Cristo. Ele é a Pedra Angular.
Em 1 Pedro 2:4, Pedro nos ensina que Cristo é a “pedra viva”, rejeitada pelos homens, mas eleita e preciosa diante de Deus. A Igreja é formada por pedras vivas, mas todas essas pedras têm uma única origem e fundamento: Cristo.
Cristo não apenas oferece a base, mas Ele mesmo sustenta e mantém o edifício de Sua Igreja. Nenhuma igreja pode ser verdadeiramente edificada sem que Cristo seja a base de tudo. Nós, como membros do corpo de Cristo, devemos avaliar constantemente nossa vida e ministério: estamos edificando sobre Cristo, ou sobre nossas próprias ideias e desejos? Ele deve ser o centro de tudo, o fundamento firme sobre o qual a Igreja cresce e floresce. (Fontineles, 2025)
O corpo é uma outra figura usada para se comparar a Igreja. Quando observamos o funcionamento do corpo humano, vemos que há uma relação de dependência entre os órgãos e tecidos.
O trabalho com fins de nutrição, produção de energia e saúde, para o organismo, somente é exercido em conjunto. É até interessante a análise que o apóstolo Paulo faz sobre a unidade dos membros do corpo, porque nela são abordadas questões relativas à não- acepção, à importância de cada membro, mesmo tendo funções diferentes, no papel essencial que cada um executa no exercício das funções corporais.
Porque, assim como o corpo é um, e tem muitos membros, e todos os membros deste um corpo, sendo muitos, são um só corpo, assim é Cristo também.
Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito.
Porque também o corpo não é um só membro, mas muitos. Se o pé disser: Porque não sou mão, não sou do corpo; não será por isso do corpo? E se a orelha disser: Porque não sou olho não sou do corpo; não será por isso do corpo?
Se todo o corpo fosse olho, onde estaria o ouvido? Se todo fosse ouvido, onde estaria o olfato? Mas agora Deus colocou os membros no corpo, cada um deles como quis. E, se todos fossem um só membro, onde estaria o corpo? Assim, pois, há muitos membros, mas um corpo.
E o olho não pode dizer à mão: Não tenho necessidade de ti; nem ainda a cabeça aos pés: Não tenho necessidade de vós. Antes, os membros do corpo que parecem ser os mais fracos são muito mais necessários; E os que reputamos serem menos honrosos no corpo, a esses honramos muito mais; e aos que em nós são menos decorosos damos muito mais honra.
Porque os que em nós são mais nobres não têm necessidade disso, mas Deus assim formou o corpo, dando muito mais honra ao que tinha falta dela; Para que não haja divisão no corpo, mas antes tenham os membros igual cuidado uns dos outros.
De maneira que, se um membro padece, todos os membros padecem com ele; e, se um membro é honrado, todos os membros se regozijam com ele. (I Co 12. 12-26)
Na Igreja, há espaço para o exercício de todos os dons e todos eles são essenciais para que a Igreja cresça, se desenvolva de forma próspera e possa atrair muitas pessoas.
Há espaço para a pregação, a profecia e o ensino que são tão importantes quanto servir, incentivar, doar, liderar e demonstrar atos de misericórdia. Cada membro é presenteado por Deus com esta capacidade sobrenatural de promover situações nas quais estes dons se manifestem.
O corpo de Cristo nos torna uma unidade que abrange diversas formações intelectuais, homens e mulheres, cargos eclesiásticos e dons espirituais.
SOMOS PARTICIPANTES OU DISCÍPULOS NO CORPO DE CRISTO?
●O discípulo sabe o seu lugar no corpo de Cristo:
–Considera o outro membro superior a si mesmo (Fl 2:3)
–Fica atento a sua função sem interesse ou desmerecimento à função do outro (Cl 3:17)
–Submete-se ao comando do cabeça e seus membros superiores assim constituídos (Hb 13:17)
●O discípulo vive atento as lições do Mestre Jesus:
–Imita a Cristo e leva outros a imitá-lo (I Co 11:1; Fl 4:9)
–Entende o princípio da doação (At 20:35; Pv 11:24,25)
–Obedece ao princípio da multiplicação (Jo 15:16)
●O discípulo se preocupa com a edificação do corpo de Cristo:
–Entendem que o corpo só pode ser edificado pela Palavra (At 5:42)
–Entendem os que estão tomando leite e os que já podem digerir alimento sólido (I Co 3:1-9; Hb 5:13,14)
–Entendem que todos precisam ser um (Rm 12:4,5; Ef 4:11-15; Jo 17:21-23) (Ortiz, IBVA, 2026)
O verdadeiro cristão está atento às propostas de trabalho de sua igreja e sabe que, ao engajar-se no Corpo de Cristo, precisa assumir responsabilidades.
Vivemos numa época que se prega o evangelho das facilidades, mas todos nós sabemos que este é o falso evangelho, cujo fim é a perdição. Nosso objetivo é desiludir os jovens destas pregações fajutas e orientá-los acerca da verdade que salva, abrir-lhes a Bíblia para que conheçam o que viveram os discípulos em Atos dos Apóstolos.
Estes homens não entregariam as suas vidas para pregar uma mentira, não sofreriam o martírio porque estavam em pecado, mas preferiram levar, sobre si, o vitupério, a dor e a humilhação do Mestre Jesus, imitando-O em todos os Seus passos.
Decidimos fazer parte da Igreja porque compartilhamos esta fé e, também, desejamos compartilhá-la com outros. Queremos falar de salvação, não optamos pela prosperidade material, porque almejamos o céu.
Vivemos em comunhão com os irmãos, como Corpo de Cristo e participamos da Santa Ceia, porque lembramos a Sua Morte e Ressurreição até que retorne.
Assim, mais uma vez, pregamos a salvação a quem estiver pronto para recebê-la. Até na Santa Ceia pregamos o Evangelho.
Quem tem ouvidos para ouvir, ouça. O Espírito Santo fala por meio da Igreja!
Cristo é a Cabeça da Igreja.
O cabeça é líder de rebelião. Por isto, se diz A CABEÇA. Vejamos que a Igreja prosseguiu buscando os dons do Espírito Santo e, por esta busca, foi fortalecida, revestida com poder, demonstrando a Sua identidade ao mundo. Cristo sempre esteve no comando, dirigindo a vida destes crentes que fizeram história e deixaram as suas marcas para que nós seguíssemos e com eles aprendêssemos. Que o Senhor nos ajude a prosseguir fazendo assim.
O QUE É SER MEMBRO DE UMA IGREJA?
●É participar de um grupo de fiéis unidos pela mesma fé e que celebram as mesmas doutrinas religiosas. A igreja local é um grupo de cristãos que se reúnem regularmente em nome de Cristo para confirmar e supervisionar legitimamente a participação uns dos outros em Jesus Cristo e em Seu Reino, mediante a pregação do evangelho e a prática de suas ordenanças (Jonathan Leeman)
SUGESTÕES DE ATIVIDADES:
1.Professor, sugerimos que você separe os tópicos de “Condições e responsabilidades da Igreja” (p.4 ou 5), cada um numa tira, para os alunos falarem sobre eles, em duplas ou trios, dando sua opinião a respeito.
2.Dinâmica sobre o Corpo de Cristo de Sandra Cavalheiro. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=E1otp3kt8cU. Acesso em 06jan2026.
3.Dinâmica sobre o Corpo de Cristo do Ministério Amigos de Jesus. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=QnptPQBbqu4. Acesso em 06jan2026.
REFERÊNCIAS:
FONTINELES. A Igreja: Um Edifício Espiritual, Não Feito por Mãos Humanas. Disponível em: https://www.diariodafe.com/sermoes-para-pregacao/a-igreja- um-edificio-espiritual-nao-feito-por-maos-humanas/. Acesso em 06jan2026.
ORTIZ, Juan Carlos. Entendendo a igreja como corpo de Cristo. Disponível em: https://ibva.com.br/estudo-9-entendendo-a-igreja-como-corpo-de-cristo/.
Acesso em 06jan2026.
Profª. Amélia Lemos Oliveira
Fonte: https://www.portalebd.org.br/classes/juvenis/12057-licao-3-o-que-e-uma-igreja-relevante-i
Vídeo: https://youtu.be/Nx7sRfTkHyI

