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JUVENIS – LIÇÃO Nº 4 – O MINISTÉRIO DA IGREJA NA ATUALIDADE


O chamado para o ministério tem o propósito de SERVIR. Todos aqueles que entregaram a vida a Cristo, precisam estar conscientes de que este é o objetivo do nosso trabalho enquanto co-participantes do Corpo de Cristo.

A Bíblia traça um belo destino para todos aqueles que se dispuseram a servir ao Senhor e ao próximo com os seus dons:

E o seu senhor lhe disse: Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor.

E, chegando também o que tinha recebido dois talentos, disse: Senhor, entregaste-me dois talentos; eis que com eles granjeei outros dois talentos.

Disse-lhe o seu senhor: Bem está, bom e fiel servo. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor. (Mt 25:21-23)

OS DONS MINISTERIAIS CONTRIBUEM PARA O CRESCIMENTO DA IGREJA

Por meio da diversidade, das diferentes funções, busca-se a unidade da Igreja. Os dons ministeriais conduzem à comunhão plena com Cristo, ao conhecimento do corpo, para a obra do ministério, à busca da estatura de varão perfeito e à defesa da nossa fé, proteção da Igreja para não sermos enganados por falsas doutrinas que procuram avassalar a Igreja do Senhor.

Todos os dons precisam agir em conjunto para a Igreja crescer de forma ajustada, submetidos ao amor: “Do qual todo o corpo, bem ajustado, e ligado pelo auxílio de todas as juntas, segundo a justa operação de cada parte, faz o aumento do corpo, para sua edificação em amor.” (Ef 4:16)

O EXERCÍCIO DOS DONS MINISTERIAIS NA IGREJA E SUA CONTRIBUIÇÃO:

OS CINCO DONS MINISTERIAIS

O TERMO APÓSTOLO

O vocábulo apóstolo significa um enviado, um mensageiro, um delegado. Uma espécie de embaixador do Evangelho, comissionado por Cristo como mensageiro e até capacitado com dons espirituais para a operação de maravilhas e realização de curas. O apóstolo é enviado por Cristo, que concede graça, autoridade e amor aos seus eleitos.

Cristo foi o líder do Colégio Apostólico no qual os seus doze seguidores ficaram três anos aprendendo com o Grande Mestre. Foram discipulados, batizados no Espírito Santo, revestidos com poder e, em seguida, enviados para proclamar as boas-novas de salvação.

CHAMADA PARA O APOSTOLADO

Jesus é chamado de apóstolo porque foi enviado pelo Pai: “Por isso, irmãos santos, participantes da vocação celestial, considerai a Jesus Cristo,

apóstolo e sumo sacerdote da nossa confissão.” (Hb 3:1). Em diversas referências, Jesus se refere a Si mesmo como Aquele que foi enviado: “Assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós.” (Jo 20.21)
O trabalho de edificação da obra da salvação e da Igreja foi iniciado por Jesus, mas para terminar, o Senhor escolheu os apóstolos.

Os onze foram escolhidos para serem enviados e prosseguir com a sua obra no domingo da ressurreição, os quais já foram chamados desde o início de seu ministério.

E, chamando os seus doze discípulos, deu-lhes poder sobre os espíritos imundos para os expulsarem, e para curarem toda a enfermidade e todo o mal.

Ora, os nomes dos doze apóstolos são estes: O primeiro, Simão, chamado Pedro, e André, Seu irmão; Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão; Filipe e Bartolomeu; Tomé e Mateus,o publicano; Tiago, filho de Alfeu, e Lebeu, apelidado Tadeu; Simão, o Cananita, e Judas Iscariotes, aquele que o traiu.

Jesus enviou estes doze, e lhes ordenou, dizendo: Não ireis pelo caminho dos gentios, nem entrareis em cidade de samaritanos; Mas ide antes às ovelhas perdidas da casa de Israel; E, indo, pregai, dizendo: É chegado o reino dos céus. Curai os enfermos, limpai os leprosos, ressuscitai os mortos, expulsai os demônios; de graça recebestes, de graça dai. (Mt 10:1-8)

OS APÓSTOLOS POLIVALENTES

Os apóstolos da Grande Comissão, tais como Pedro, Tiago, João eram polivalentes, pois atuavam como profetas, evangelistas, pastores e mestres.

Foram essenciais para fundamentar os alicerces da Igreja do Senhor, contribuindo para o fundamento e edificação do Corpo de Cristo em seus primórdios.

O Espírito Santo prosseguiu contribuindo para o crescimento e edificação da Igreja na concessão dos dons e batismo no Espírito Santo.

Quando os cristãos foram revestidos de poder, ficaram cheios de coragem e disposição para pregar o Evangelho e ver operações maravilhosas no meio do povo de Deus. Jesus revelou aos apóstolos o mistério da Igreja, dizendo que as portas do inferno não prevaleceriam sobre a Igreja, o edifício e lavoura de Deus

OS FUNDAMENTOS DA IGREJA

Os apóstolos são a base da Igreja porque complementaram a revelação, continuando aquilo que Cristo veio fazer: “Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra da esquina.”

(Ef 2:20) No Novo Testamento, 24 livros são dos apóstolos, seguidores de Jesus, a base dos ensinos que edificam a Igreja (exceto Tiago, Judas e Hebreus).

São as outras pedras que vão compor o alicerce da Igreja, os fundamentos dos apóstolos e profetas. Deste fundamento, surgirão as pedras vivas, os outros dons ministeriais e os outros crentes que vão compondo o edifício.

CARACTERÍSTICAS QUE IDENTIFICAM OS DOZE APÓSTOLOS DE CRISTO

✓ Homens dotados de falhas e limitações, como nós, que tiveram condições de cumprir esta maravilhosa missão porque receberam o treinamento aos pés do Mestre dos Mestres.

✓ Foram chamados especificamente por Jesus que, apesar de contar com muitos seguidores (Mt 8.21; 9.57-62), elegeu apenas doze para o exercício do apostolado.

✓ Foram dotados de autoridade espiritual para expulsar demônios, curar enfermidades, operar maravilhas, todas sob a credencial e autoridade concedidas pelo Senhor.

✓ Foram delegados por Cristo para pregar o Evangelho, serem pescadores de homens cheios do Espírito Santo:

Disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.

E estes sinais seguirão aos que crerem: Em meu nome expulsarão os demônios; falarão novas línguas; Pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e sararão. (Mc 16:15-18)

OS FUNDAMENTOS DOS APÓSTOLOS

João completou a revelação. Foi o último apóstolo a morrer. Não há mais vagas para apóstolos nos céus: “E o muro da cidade tinha doze fundamentos, e neles os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro”. (Ap 21:14). João confirma os fundamentos apresentados em Ef 2.20.

A escolha de Pedro do décimo-segundo apóstolo por sortes não foi um método espiritual e contou Matias por voto comum.

Escolhido por homens, não por Deus. Mas todos nós sabemos que o verdadeiro décimo-segundo apóstolo foi Paulo e temos incontáveis provas de que foi chamado pessoalmente pelo Senhor para assumir esta posição.

I -O APÓSTOLO PAULO – O MENOR DOS APOSTÓLOS

Não pertenceu ao Colégio apostólico. Fariseu e perseguidor dos cristãos, não se considerava digno de ser chamado de apóstolo.

Mas o encontro inesquecível que teve com Cristo e as marcantes experiências que teve, com o Mestre, fizeram-no um dos maiores exemplos da misericórdia e imensurável amor do poderoso Deus que resgata o mais vil pecador e faz dele uma nova criatura.

II- O MAIOR DOS TEÓLOGOS

O maior dos teólogos cristãos é um dos fundadores das bases doutrinárias do Cristianismo, seus ensinos que norteiam as nossas crenças estão registrados em suas cartas. Portanto, devemos, à maioria dos ensinos paulinos, a estrutura das doutrinas cristãs.

O Novo Testamento é composto por 27 livros. Destes, 14 livros são epístolas de Paulo nas quais estão estes ensinos que o elevaram à posição de maior teólogo do Cristianismo.

E por derradeiro de todos me apareceu também a mim, como a um nascido fora de tempo. Porque eu sou o menor dos apóstolos, que não sou digno de ser chamado apóstolo, pois que persegui a igreja de Deus. (I Co 15.8,9)

Paulo, apóstolo (não da parte dos homens, nem por homem algum, mas por Jesus Cristo, e por Deus Pai, que o ressuscitou dentre os mortos) (Gl 1.1)

É O SENHOR QUEM CHAMA O APÓSTOLO

Os doze apóstolos foram chamados diretamente pelo Senhor Jesus, o que aponta para a espontaneidade deles ao segui-lO.

Paulo foi interrompido por Cristo no caminho de Damasco, de forma dramática derrubado ao chão e abatido em seu orgulho e presunção.

Deus age de acordo com a Sua vontade, atuando de formas específicas na vida das pessoas para atuar em suas necessidades mais íntimas. Ele foi chamado pela vontade de Deus.

PAULO TEVE EXPERIÊNCIAS PESSOAIS COM DEUS

Paulo teve experiências espirituais diferentes dos outros. Tais experiências o fortaleceram espiritualmente e lhe deram condições de aprofundar seu relacionamento com Cristo.

Além disso, logo após sua conversão, passou três anos no deserto da Arábia, a sós com Deus, preparando- se para ser o maior líder do Cristianismo.

Tais condições o colocaram em posição de igualdade com os outros.
Mas, quando aprouve a Deus, que desde o ventre de minha mãe me separou, e me chamou pela sua graça, revelar seu Filho em mim, para que o pregasse entre os gentios, imediatamente, não consultei a carne nem o sangue, nem tornei a Jerusalém, a ter com os que já antes de mim eram apóstolos, mas parti para a Arábia, e voltei outra vez a Damasco. (Gl 1:15-17)

AINDA HÁ APÓSTOLOS NA ATUALIDADE ?

OS PRIMEIROS DOZE APÓSTOLOS ESTIVERAM PESSOALMENTE COM CRISTO:

Enquanto os discípulos aprenderam aos pés de Cristo, Paulo ficou aos pés de Gamaliel. Por isto, os apóstolos aprenderam verdadeiras lições de discipulado e evangelização, compartilharam dos momentos mais significativos do ministério do Mestre e apreenderam as vantagens e adversidades de viver ao lado do Senhor.

Eram representantes do Senhor Jesus e a mensagem que pregavam não lhes pertencia: “E vós sois os que tendes permanecido comigo nas minhas tentações” (Lc 22:28). Paulo esteve aos pés de Cristo no deserto da Arábia e aprendeu com o Senhor.

CREDENCIAIS PARA SER APÓSTOLO:

Precisa ser chamado especificamente por Cristo. Não se trata de uma decisão pessoal. É uma convocação do Senhor Jesus. É necessário que tenha convivência com Cristo em seu ministério terreno. Requer-se a recepção de poder de Deus como condição para exercício de seu ministério.

OS APÓSTOLOS ESTIVERAM COM CRISTO APÓS A RESSURREIÇÃO

Os discípulos que estavam a caminhar, em direção a Emaús, tiveram um encontro com Cristo e com Ele dialogaram.

No entanto, foram os onze apóstolos (exceto Judas) que estiveram com Cristo, diversas vezes, em momentos privados e ainda puderam conhecer os propósitos que o Mestre tinha para eles. Paulo viu a Cristo ressuscitado no caminho de Damasco.

OS APÓSTOLOS RECEBERAM A ORDEM DE PREGAR O EVANGELHO

A Grande Comissão dada por Cristo foi para os apóstolos, em primeiro plano, mas se estende, hoje, para toda igreja. A ordem é para formarmos discípulos em todas as nações: “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mt 28.19).

A NOVA JERUSALÉM

O nome dos doze está nos fundamentos da Nova Cidade: “E o muro da cidade tinha doze fundamentos, e neles os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro.” (Ap 21:14) Já ressaltamos o envio dos “setenta” discípulos, que, sendo enviados,de dois em dois, cumpriram o papel de apóstolos.

Mas, além deles, o Novo Testamento também cita outros exemplos de apóstolos, como Paulo, que se considerou a si mesmo“o menor dos apóstolos” por ter perseguido “a igreja de Deus” (1Co.15.9;Rm1.1;2Co1.1);ele viu a Jesus Cristo (1Co9.1).

Barnabé também foi reconhecido como apóstolo (At14.14).Havia “outros apóstolos”, a que Paulo se referia em sua carta aos romanos (Rm16.7) e em outras epístolas. (G11.19;1Ts2.6,7).
(LIMA, Elinaldo Renovato .Dons espirituais&ministeriais. Rio deJaneiro:CPAD, 2014, p.78.)

OS APÓSTOLOS RECEBERAM A ORDEM DE FAZER DISCÍPULOS

Após a Sua ressurreição, os apóstolos recebem um imperativo do Mestre: a ordem de fazer discípulos (Mt 28:18,19).

A autoridade do Mestre é concedida aos apóstolos que, como seguidores, aprenderam com o melhor. Agora, estavam prontos para dar prosseguimento à obra do senhor. Apenas com o ensino a Igreja poderia ser edificada.

Treinar a outros como discípulos, instruir e ensinar era a melhor forma de continuar a História da Igreja. “E, tendo anunciado o evangelho naquela cidade e feito muitos discípulos, voltaram para Listra, e Icônio e Antioquia.” (Atos 14:21)

HÁ UM MINISTÉRIO APOSTÓLICO ATUALMENTE?

Os apóstolos de Cristo não possuem sucessores. O trabalho dos missionários pode ser considerado um trabalho apostólico, porque eles são enviados com o propósito de pregar o Evangelho.

Missionários como Daniel Berg e Gunnar Vingren, segundo o autor, podem ser considerados os apóstolos atuais porque foram desbravadores em nossa nação e ganharam muitas almas para Cristo, sendo verdadeiros discipuladores.

É preciso tomar cuidado, em nossos dias, para não sentir-se tentado e auto-intitular-se apóstolo, por considerar uma posição eclesiástica mais alta que todas as outras, para uma função que não executa nenhuma ação de caráter apostólico.

Muitos obreiros, pastores e evangelistas que viajaram quilômetros para a fundação de igrejas exerceram a função de apóstolos porque foram enviados, mas isto não está restrito à nomenclatura do cargo, pois todos nós somos seguidores e discípulos de Jesus Cristo.

Por que a preocupação com a nomenclatura de apóstolo se diante do Senhor temos a mesma valia? O apóstolo que quer ser o enviado ou apenas mandar e ser o primeiro da pirâmide ?

Enoque foi o primeiro profeta. Mas o primeiro a receber a denominação de profeta foi Abraão (Gn20.7). Apenas Judas confirma que Enoque profetizava. Era um profeta oral.

E destes profetizou também Enoque, o sétimo depois de Adão, dizendo: Eis que é vindo o Senhor com milhares de seus santos;Para fazer juízo contra todos e condenar dentre eles todos os ímpios, por todas as suas obras de impiedade, que impiamente cometeram, e por todas as duras palavras que ímpios pecadores disseram contra ele. (Judas 1:14,15)

OS PROFETAS BÍBLICOS CONDUZEM O HOMEM A DEUS.

Os profetas não compreendiam bem o que estavam os motivos pelos quais estavam enunciando aquelas mensagens, pois não tinham origem neles, mas no Senhor.

Não eram elaboradas por eles, mas inspiradas pelo Senhor. Sendo assim, cumpre-se o texto de Isaías que diz: Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos, diz o Senhor (Is 55:8).

São os pensamentos do Senhor orientando a fala dos profetas. Os profetas não tinham uma noção clara do que ocorreria, quando ocorreria e de que forma ocorreria. As profecias são enigmáticas, são repletas de figuras de linguagem.

As mensagens proféticas provêm do Deus que está acima de nós e usa uma linguagem especial, figurada, para se comunicar com seus filhos.

A PROFECIA É PARA A ATUALIDADE

Qual é o modelo ideal de Igreja para ser copiado por nós, a Igreja do Senhor, na atualidade? É claro que se trata da Igreja Primitiva. A referência para todas as igrejas no decorrer da História, pois o sobrenatural já ocorria lá.

Apesar do contexto histórico e geográfico, o que Jesus ensinou para os seus discípulos é válido para todos os homens em todas as épocas.

O que se deve considerar, portanto, é que tanto o dom de profecia ou ministério profético eram reconhecidos naturalmente pelos cristãos primitivos. Assim deve ser nesta época.

Este dom precisa da consideração e valorização devida na Igreja do Senhor. A profecia é a alvíssara divina quando surgem dificuldades no cotidiano e nos auxilia a enfrentá-las, pois nos consola, edifica e exorta.

DEUS LEVANTA PROFETAS NA OCASIÃO APROPRIADA

A mensagem de orientação vinda da parte de Deus tinha a finalidade de orientar os cristãos e garantir a estabilidade entre os crentes.

Os profetas eram usados por Deus quando o Senhor tinha uma Palavra para os seus filhos. Não havia necessidade de se procurar alguém para direcioná-lo ou estimulá-lo para trazer alguma mensagem.

O profeta do Antigo Testamento não só tinha o ofício, como também exercia uma função de caráter nacional, pois os mesmos ungiam os reis que eram aclamados pelo Senhor e pela dinastia quando derramavam santo óleo sobre as suas cabeças (1 Sm 16.1; 1 Rs 19.16).

UMA PESSOA PODE TER O DOM DE PROFECIA SEM TER O MINISTÉRIO DE PROFETA

Até o Retorno de Cristo, o ministério de profecia e a manifestação de dons espirituais são estritamente necessários à Igreja do Senhor para que a mesma prossiga firme em sua missão de propagar as boas-novas e tornar manifesta a mensagem de salvação. A concessão do dom de profecia foi para o serviço e demonstração do amor de Deus aos seus servos.

Ambos precisam dar um testemunho que agrade a Deus, pois o seu trabalho é conduzir o povo à salvação. Neste contexto, Moisés falava do profeta: “O Senhor teu Deus te levantará um profeta do meio de ti, de teus irmãos, como eu; a ele ouvireis.”( Dt 18.15).

O MINISTÉRIO PROFÉTICO

O Apocalipse é o único livro profético do Novo Testamento. O ministério profético é o trabalho daqueles que foram chamados para exercer a missão de transmitir mensagens divinas para a igreja que precisa receber uma Palavra inspirada pelo Espírito Santo Estes homens vão apenas recordar o que já está escrito.

Este dom ministerial é contínuo, constante. Quem recebeu esta capacitação do Senhor, sempre profetiza quando Deus lhe concede a Palavra. É um ministério que atua na mediação da Palavra de Deus. Através da exposição da Palavra, se ouve a profecia.

O DOM DE PROFETA E O DOM DE PROFECIA

Os dons ministeriais de profeta não são para todos, pois a Bíblia diz: “E a uns pôs Deus na igreja, primeiramente apóstolos, em segundo lugar profetas […]” (1 Co 12:28).”

E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas […] (Ef 4:11) Observa-se, portanto, que a eleição é do Senhor.

Ele concede para a igreja, com a finalidade de promover o aperfeiçoamento dos santos, sempre apontando para a Bíblia. Os dons ministeriais são uma concessão divina. É Deus quem escolhe e chama os seus eleitos, que nada podem acrescentar às

Escrituras. Estes homens devem corrigir, desmascarar o pecado e apontar o que está afastando o povo de Deus.

FINALIDADES DO DOM MINISTERIAL DE PROFECIA

O aperfeiçoamento dos santos– “Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver.” (1 Pe 1:15).

Contribuir para que os crentes vivam de forma santa e comprometida com a Palavra de Deus, integrando-se melhor à comunidade cristã e, se houver, chamada, ao ministério.

Para a obra do ministério– por meio do ministério e o desenvolvimento de competências para a vida eclesiástica que envolvam aspectos tais como a administração espiritual, humana e organizacional da Igreja local, o que requer direção divina.

A edificação do corpo de Cristo- os dons ministeriais contribuem para a formação do edifício de Deus, os salvos em Cristo, os quais são a Igreja Invisível.

Torna-se visível esta casa espiritual. “Vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo.” (1 Pe 2:5)

COMO CONHECER O VERDADEIRO PROFETA

Ele só diz o que ouve da parte de Deus- o profeta verdadeiro não fala o que a sua mente imaginou, nem a sugestão oriunda de informação de outros, mas a sua mensagem é de origem divina, é fruto da orientação espiritual.

O profeta sincero não se preocupa em agradar ou ser desagradável ao transmitir suas mensagens por causa da posição social de quem ouve, porque está comprometido com a veracidade da mensagem, tal como o profeta Micaías que preocupava o Rei de Judá (I Rs 22.7-14).

No final, foi derrotado. O Rei de Judá foi morto e o exército sofreu uma derrota porque o rei dava ouvidos aos falsos profetas.

Há evidências da confirmação de Deus- a mensagem do profeta verdadeiro é autenticada pelo Espírito Santo e merece credibilidade. É o que se observa no profeta Samuel: “E crescia Samuel, e o Senhor era com ele, e nenhuma de todas

as suas palavras deixou cair em terra. E todo o Israel, desde Dã até Berseba, conheceu que Samuel estava confirmado por profeta do Senhor. ( I Sm3:19,20).

Tem revelação e discernimento de Deus– o autêntico profeta do Senhor não se permite convencer pela bajulação e lisonja, as aparências não o convencem, porque ele percebe as propostas que estão implícitas nas ações de quem o procura. O profeta Aías é um exemplo. ( I Rs 14.6,17)

O CASTIGO DOS FALSOS PROFETAS

1) Advertência contra o falso profeta- o texto sagrado nos orienta a não darmos atenção aos falsos profetas e às suas falsas narrativas (Dt 13.1-4).

2) Pena capital ao falso profeta– o castigo era extremamente severo contra o falso profeta. Podia ser até pena de morte no Antigo Testamento, pois o julgamento era contra o profeta e não contra a sua mensagem (Dt 13.5)

Quando profeta ou sonhador de sonhos se levantar no meio de ti, e te der um sinal ou prodígio, e suceder o tal sinal ou prodígio, de que te houver falado, dizendo: Vamos após outros deuses, que não conheceste, e sirvamo-los.

Não ouvirás as palavras daquele profeta ou sonhador de sonhos; porquanto o Senhor vosso Deus vos prova, para saber se amais o Senhor vosso Deus com todo o vosso coração, e com toda a vossa alma.

Após o Senhor vosso Deus andareis, e a ele temereis, e os seus mandamentos guardareis, e a sua voz ouvireis, e a ele servireis, e a ele vos achegareis.

E aquele profeta ou sonhador de sonhos morrerá, pois falou rebeldia contra o Senhor vosso Deus, que vos tirou da terra do Egito, e vos resgatou da casa da servidão, para te apartar do caminho que te ordenou o Senhor teu Deus, para andares nele: assim tirarás o mal do meio de ti. (Dt 13:1-5)

Por isto, deve haver vigilância em todo tempo contra lobos devoradores que procuram se infiltrar no meio do povo de Deus.

O MINISTÉRIO DE EVANGELISTA FOI CONSTITUÍDO POR CRISTO

Cristo é o apóstolo da nossa confissão, como está escrito em Hb 3.1: “Por isso, irmãos santos, participantes da vocação celestial, considerai a Jesus Cristo, apóstolo e sumo sacerdote da nossa confissão.”

Ele é o primeiro apóstolo que constituiu os apóstolos. Ele também é o profeta por excelência que trouxe a plena revelação de Deus. “Porque Moisés disse aos pais: O Senhor vosso Deus levantará de entre vossos irmãos um profeta semelhante a mim;a ele ouvireis em tudo quanto vos disser.” (Atos 3:22) O ministério de evangelistapromove a expansão do Reino de Deus, o crescimento do edifício espiritual que é a Igreja (I Pe 2.5).

JESUS FOI O PRIMEIRO EVANGELISTA

O evangelista traz as pedras vivas para a edificação deste edifício espiritual. O edifício só cresce mediante o encaixe de novas pedras vivas, conquista de almas. Jesus foi o primeiro e o maior dos evangelistas, até a perfeição, quando sacrificou-se por si mesmo.

Assim que João foi preso, deu início à evangelização: •E, depois que João foi entregue à prisão, veio Jesus para a Galiléia, pregando o evangelho do reino de Deus. “E dizendo: O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo. Arrependei-vos, e crede no evangelho”. (Mc 1:14,15)

O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE O TRABALHO DO EVANGELISTA

O dom ou ministério de evangelista não é inferior ao de pastor, profeta ou mestre. A hierarquia não funciona nesta dimensão porque a hierarquia é criada pelo homem.

Cristo concedeu o dom a estes homens vocacionados para a pregação e conquista de almas para o Reino de Deus. Por isto, precisa ser vista como prioridade.

O evangelista é como uma seta, uma lança que tem a iniciativa de fazer o trabalho, mas a Igreja prossegue fazendo o mesmo. Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Paz seja convosco; assim como o Pai me enviou, também eu vos envio avós. (Jo 20:21)

ONDE ESTÃO ATUANDO OS EVANGELISTAS

Os evangelistas são os grandes pregadores do Evangelho que, muitas vezes, atuam de forma itinerante, transmitindo mensagens na unção divina e ganhando almas para Cristo.

Prestam um ótimo serviço para a Igreja do Senhor, pois são os que entram nos hospitais, presídios, áreas de alta periculosidade para falar do amor de Cristo.

Conversam com pessoas de outras religiões e ateus com a mais alta facilidade. Têm um chamado específico para isto. A evangelização, seguida do discipulado, consiste no cuidado contínuo com a lavoura de Deus. Semeando a Palavra e cuidando dos que se convertem.

COMO A IGREJA DEVE ATUAR NA TAREFA DE EVANGELISMO

A Igreja deve apoiar o evangelista e prover os recursos necessários para que ele exerça o seu trabalho. Também precisa auxiliá-lo na promoção de novas estratégias que visem alcançar os pecadores para Cristo.

Para separar as pessoas ao ministério de evangelista, é necessário avaliar a vocação do obreiro, se ele realmente tem disponibilidade e desejo de evangelizar. Não basta alcançar a posição, é preciso exercer a devida função.

Um evangelista vocacionado não poderia alcançar a posição de pastor, se o seu maior prazer é evangelizar.

O evangelista convida as pessoas para irem até Cristo e o pastor, bem como os discipuladores contribuem para que estes novos convertidos sejam integrados ao rebanho. Os evangelistas precisam do trabalho dos pastores que, por sua vez, precisam de evangelistas, auxiliando-se mutuamente.

CURIOSIDADES SOBRE O PASTOR

O primeiro pastor de ovelhas mencionado na Bíblia é Abel: “E deu à luz mais a seu irmão Abel; e Abel foi pastor de ovelhas, e Caim foi lavrador da terra.” (Gn 4:2).

Mas no NT, o seu papel, no quarto dom ministerial é organizar as pedras vivas no edifício espiritual, arrumando-as, cuidar para que sejam edificadas e forme uma construção harmonizada. Cuidam das pessoas que foram reunidas, como as pedras, por meio da pregação do Evangelho.

Entre o povo de Israel, a atividade econômica, mais eminente, era a atividade pastoril, como se pode observar em Abraão, Ló e Isaque que tinham pastores a seu serviço. A nação se Israel se formou em torno da pecuária.

Quando Moisés foi para Midiã, trabalhou um período como pastor a serviço de Jetro. Era considerada uma atividade simples, o que se pode observar na transformação efetuada na natureza de Moisés.

Quando Cristo nasceu, os anjos apareceram primeiramente aos pastores, homens que exerciam uma tarefa serviçal, o que aponta para a humildade do Messias que veio para servir.

Cristo veio exatamente para isto: servir e dar a Sua vida em resgate. O pastor é colocado na Igreja para servir e não para ser servido.

O rebanho, sob a sua responsabilidade, não lhe pertence. Davi, como pastor de ovelhas, também não tinha projeção social, nem na sua casa, sequer era convidado para o banquete. O pastor deve ser humilde em todos os sentidos.

Deus molda seu caráter. O pastor fica à mercê das feras, sem proteção, sem prestígio. Um servo que está disponível para atender a Igreja do dono, do Senhor Jesus Cristo. Por isto, devemos tomar cuidado quando tivermos que falar algo acerca dele.

Assim diz o Senhor: Como o pastor livra da boca do leão as duas pernas, ou um pedaço da orelha, assim serão livrados os filhos de Israel que habitam em Samaria, no canto da cama, e em Damasco, num leito. (Am 3.12)

Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue. Porque eu sei isto que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não pouparão ao rebanho; (At 20:28,29)

O pastor deve ser escolhido por Deus. Moisés pediu, ao Senhor, um pastor para o povo. Deus dá o pastor para a igreja. E não o contrário.

Por isto, o pastorado é um dom ministerial. Deve ter o Espírito, ser revestido de poder, batizado no Espírito Santo, receber o dom de pastor, a chamada específica. O pastor deve estar disposto a servir, a obedecer a voz do Senhor, sob as ordens divinas. A congregação obedece a um homem que atende à voz divina.

O pastor deve ser reconhecido pelo ministério, legitimado pelas autoridades ministeriais. Precisa promover a união do rebanho, sem facilitar a dispersão das ovelhas.

Esta é a primeira vez que um homem é chamado de pastor na Bíblia para comandar um rebanho:

Então falou Moisés ao Senhor, dizendo: O Senhor, Deus dos espíritos de toda a carne, ponha um homem sobre esta congregação.

Que saia diante deles, e que entre diante deles, e que os faça sair, e que os faça entrar; para que a congregação do Senhor não seja como ovelhas que não têm pastor. Então disse o Senhor a Moisés: Toma a Josué, filho de Num homem em quem há o Espírito, e impõe a tua mão sobre ele. (Nm 27:15-18)

O PASTOR QUE CUIDA DAS OVELHAS

• No Salmo 23, somos apresentados a Jeová Raa, o Senhor nosso Pastor, pelo salmista Davi que, ao mesmo tempo, O apresenta como Jeová Jire, o Senhor que provê. Estas referências são para o Senhor Jesus Cristo que:

• Não nos deixa faltar nada- Ele supre todas as necessidades essenciais à vida das suas ovelhas, as quais estão contentes com o que tem. […] já aprendi a contentar-me com o que tenho. (Fp 4:11)

• Verdes pastos– Jesus Cristo concede alimento espiritual à Sua igreja: a Sua Palavra. Por isto, os verdadeiros pastores alimentam a Igreja com o ensino verdadeiro da sã doutrina e promovem a tranquilidade no rebanho, conduzindo- o à águas tranquilas e auxiliando o grupo a crescer espiritualmente na fé.

Refrigera a alma- traz o conforto, o consolo necessário para aqueles que estão passando por adversidades, situações de contrariedade.

• Conduz por veredas justas– o pastor orienta as ovelhas na sua conduta, no seu caminhar segundo os princípios estatuídos na Palavra do Senhor.

• Garante a segurança da ovelha- esta proteção é resultante da presença constante do pastor no cuidado com o rebanho, o que garante a paz e segurança internas no grupo. Se tiver que passar pelo vale da sombra e da morte, não terá medo, porque tem a certeza da proteção divina.

• Diante dos inimigos foi posta uma mesa- esta figura aponta para a posição da ovelha, como vencedora, ungida com óleo, ou seja, com o Espírito Santo, revestida de poder para prosseguir lutando contra os inimigos da nossa fé.

• Bondade e misericórdia todos os dias– a bondade e a misericórdia do Pastor Divino são a maior motivação para que o cristão habite na Casa do Senhor e tenha prazer, alegria, satisfação de ali estar. Além de demonstrar esta felicidade e contentamento, o crente é Templo do Espírito Santo, ungido e restaurado.

Seu relacionamento com o Pastor é de íntima comunhão. Por tudo o que foi demonstrado, Cristo é o pastor por excelência.

QUALIFICAÇÕES DO PASTOR: I Timóteo 3.1-7 e Tito 1.7

QUESTÕES PARA REFLEXÃO:

• De que forma podemos considerar Jesus como nosso Sumo Pastor como em Jr31.10, Mt 9.36, Jo 10.11,16?

• Como você costuma tratar o pastor da sua igreja?

• O pastor é um ser humano, ele é passível de erros, quando isto ocorre, qual deve ser nossa atitude?

• Na história da igreja, muitos pastores já fizeram história, fale sobre nossa postura diante da memória destes grandes homens de Deus.

• O pastor deve ser bajulado porque está acima de todos na igreja. Ele foi colocado por Deus e merece todo nosso respeito. O que você acha disto ?

O MINISTÉRIO DE MESTRE

O Mestre foi escolhido para promover o discipulado contínuo da Igreja do Senhor. A função da Igreja é formar discípulos, instruir os novos convertidos nos caminhos da salvação.

Ele contribui para que o recém convertido cresça na graça e no conhecimento do Senhor Jesus Cristo: “Com leite vos criei, e não com carne, porque ainda não podíeis, nem tampouco ainda agora podeis” (I Co 3:2)

Assim, o novo convertido vai adquirindo condições de caminhar na fé gradativamente: “Antes crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. A ele seja a glória, assim agora, como no dia da eternidade. Amém. “ (2 Pe 3:18) É o ministério de Mestre que vai promover este crescimento na graça e conhecimento na Igreja.

As Escrituras são o instrumento de trabalho do Mestre, o qual deve se dedicar ao ministério do ensino (Rm 12.7) e buscar o aprofundamento na Lei do Senhor para compartilhar com a Igreja: “Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam;” (Jo 5:39);

“ E Jesus, respondendo, disse-lhes: Porventura não errais vós em razão de não saberdes as Escrituras nem o poder de Deus? “ (Mc 12:24)

Sendo assim, a responsabilidade de quem ensina é muito maior em relação à quem aprende, porque ele não pode errar e precisa conhecer, dominar o assunto.

Tiago nos exorta acerca da responsabilidade dizendo que os mestres serão cobrados pelo que ensinam, as palavras também exercem efeito sobre eles: “Meus irmãos, muitos de vós não sejam mestres, sabendo que receberemos mais duro juízo.” (Tg 3:1)

Como poderemos ensinar a Palavra se não a amarmos ? “Inclinar-me-ei para o teu santo templo, e louvarei o teu nome pela tua benignidade, e pela tua verdade; pois engrandeceste a tua palavra acima de todo o teu nome.” (Sl 138:2)

A Palavra do Senhor deve ser exaltada, principalmente pela liderança da Igreja, pois o texto bíblico refere-se a “pastores e mestres”, atributo que segue-se a pastores: a maestria no ensino, o conhecimento na exposição da Palavra:

“Porque, devendo já ser mestres pelo tempo, ainda necessitais de que se vos torne a ensinar quais sejam os primeiros rudimentos das palavras de Deus; e vos haveis feito tais que necessitais de leite, e não de sólido mantimento.” (Hb 5:12) Desta forma, a Igreja será levada à uma profundidade doutrinária.

O mestre faz uso do seu conhecimento teórico, unindo a capacitação que o Senhor lhe concedeu para interpretar e elucidar os saberes contidos nas Sagradas Escrituras para transmiti-los à Igreja, por meio do ensino referente ao cotidiano.

Além disto, o mestre precisa de preparo espiritual e intelectual para exercer o seu ofício, bem como uma referência de cristão para a Igreja.

E Paulo e Barnabé ficaram em Antioquia, ensinando e pregando, com muitos outros, a palavra do Senhor. (Atos 15:35)

E ficou ali um ano e seis meses, ensinando entre eles a palavra de Deus. (Atos 18:11)
Pregando o reino de Deus, e ensinando com toda a liberdade as coisas pertencentes ao Senhor Jesus Cristo, sem impedimento algum. (Atos 28:31)

O Mestre, segundo as Escrituras, é um defensor da verdadeira Teologia, do ensino consistente, da Verdade Racional, do ensino sistemático das Escrituras. Tal ensino não pode ser motivado por ambição materialista:

Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios; Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência; (I Tm 4:1,2)

Aos quais convém tapar a boca; homens que transtornam casas inteiras ensinando o que não convém, por torpe ganância. (Tito 1:11)

Que os nossos pastores prossigam apoiando o ministério do ensino e a Igreja disposta a apoiá-los.

SUGESTÕES DE ATIVIDADES:

–  Após a conversa sobre os ministérios, procure identificar na turma quem são as pessoas da Igreja que foram chamadas para os ministérios estudados, observando os verdadeiros sinais da vocação.

Na Série “Dons e Ministérios”, há algumas dinâmicas sobre os dons e talentos usados na igreja que você pode utilizar no final de sua aula. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=vdJP8Z-Ciow. Acesso em 07jan.2026.

 Profª. Amélia Lemos Oliveira

Fonte: https://www.portalebd.org.br/classes/juvenis/12077-licao-4-o-ministerio-da-igreja-na-atualidade-i

Vídeo: https://youtu.be/5K2YpRWeiNk

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