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JUVENIS – LIÇÃO Nº 7 – JÔNATAS: O VALOR DA LEALDADE

Filho do Rei Saul e de Ainoã, foi o filho primogênito de seis irmãos, o príncipe Jônatas recebeu um nome que era comum entre os israelitas e aparece cerca de quinze vezes nas Escrituras. Conhecido por sua habilidade, coragem e lealdade, Jônatas foi um referencial para muitos jovens.

O nome “Jônatas significa “dado por Deus”, “dádiva divina”, “amigo inabalável”, “presente de Deus”. Forte, imponente e com significados relacionados com o divino, o nome bíblico Jônatas tem origem no hebraico Jehonathan, formado pela união dos elementos Yo, que significa “Deus”, “o Senhor” ou “Jeová”, e nathán, que quer
dizer “ele deu”. (Disponível em: https://www.dicionariodenomesproprios.com.br/jonatas/. Acesso em 08 ago2025.)

Em toda sua trajetória, Jônatas não demonstra ambição pelo poder, nem manifestou nenhum traço de inveja. Dotado de um caráter exemplar e princípios admiráveis, Jônatas revelou considerável integridade no exercício das funções militares.

Jônatas demonstrava apreço pelo seu povo e não se satisfazia em vê-lo sofrendo. Revelou sua indignação por todo malfeito pelos filisteus e, por isto, agiu de modo corajoso e ousado quando retomou uma guarnição em Gibeá que fora invadida pelos filisteus, os quais exploravam os israelitas, tomando dinheiro deles.

Dá-se, portanto, o início a uma batalha entre israelitas e filisteus. Jonas lutava pelo benefício do povo. Seu altruísmo era evidente nos seus atos.

[…] e mil estavam com Jônatas em Gibeá de Benjamim; e o resto do povo despediu, cada um para sua casa. E Jônatas feriu a guarnição dos filisteus, que estava em Gibeá, o que os filisteus ouviram; pelo que Saul tocou a trombeta por toda a terra, dizendo:

Ouçam os hebreus. Então todo o Israel ouviu dizer: Saul feriu a guarnição dos filisteus, e também Israel se fez abominável aos filisteus. Então o povo foi convocado para junto de Saul em Gilgal. (I Sm 13:2-4)

Jônatas reconhecia que Deus tem um projeto melhor para o seu povo, abdicando de seu posto de sucessor do trono a favor de Davi, sem demonstrar ou sentir algum constrangimento pessoal, haja vista que Davi era seu melhor amigo.

A amizade de Davi e Jônatas se estabeleceu após a vitória de Davi contra Golias. Era dotado de visão espiritual, uma visão apurada em relação ao destino de Israel, via Israel como uma nação que precisava da direção de um homem de fé.

Certamente, esta amizade se estabeleceu com a amizade de Jônatas por Davi, por sua combatividade e apreço pelo povo de Deus, pelo amor que Davi devotava ao Senhor dos Exércitos. Jônatas viu que havia reciprocidade, disposição para compartilhar momentos e interesses em comum, os quais são elementos importantes para fortalecer o vínculo.

Alguns diriam que se tratava de uma amizade de caráter incompatível, que surpreendia por serem de classes sociais distintas, o que preconiza o caráter diferenciado.

Mesmo assim, foi uma amizade tão intensa, profunda, apreciável que se firmou por meio de uma aliança. Conegero destaca que foi um gesto público de afeição e respeito , bem como o reconhecimento inicial de que Davi era o escolhido de Deus para reinar sobre Israel.

Jônatas e Saul destacavam-se, dentre o povo, por causa das armas que possuía: “E sucedeu que, no dia da peleja, não se achou nem espada nem lança na mão de todo o povo que estava com Saul e com Jônatas; porém acharam-se com Saul e com Jônatas seu filho.” (I Sm 13:22)

O exército israelita era carente de armas, porém Jônatas e seu pai estavam bem providos e, por isto, ele ofereceu as melhores peças que tinha com o fim de provar sua lealdade a Davi. Na aliança de amizade que fez, ofereceu o que de melhor possuía: “ E Jônatas e Davi fizeram aliança; porque Jônatas o amava como à sua própria alma. E Jônatas se despojou

da capa que trazia sobre si, e a deu a Davi, como também as suas vestes, até a sua espada, e o seu arco, e o seu cinto.” (I Sm 18:3,4)

Ou seja, ele ofereceu o seu armamento, seus instrumentos de guerreiro, elementos que destacavam as preferências que eles tinham em comum: a batalha, as guerras do Senhor, o combate aos inimigos do povo de Deus.

De acordo com Lourenço (2024), há alguns significados implícitos no ato de presentear Davi com peças do seu vestuário de guerreiro, neste gesto havia significados de nível espiritual e social, como demonstração de um compromisso verdadeiro. Quando lhe doou a capa, Jônatas estava reconhecendo a coragem, o valor e o caráter de Davi.

Estava honrando seu mais novo amigo por suas realizações e virtudes. A capa também simboliza autoridade. Ao repassar a sua capa a Davi, este jovem está concedendo parte de sua autoridade ao amigo, atribuindo-lhe legitimidade para mover-se como autoridade militar.

Ele reconhecia o potencial de Davi, sabia que estava diante do futuro monarca de Israel, de um líder vocacionado. A entrega da túnica, da espada, do arco e do cinto, simbolicamente, indicava a renúncia ao seu direito ao trono em favor de Davi. Tal atitude demonstrava a sua aceitação de que Davi era o escolhido de Deus para ser o próximo rei de Israel.

Isto não o atemorizava, porque sempre desejou o melhor para o seu povo.
Jônatas demonstrou que não era sequioso pelo poder, riquezas e privilégios. Reconhecia que a vontade divina deveria prevalecer e é Deus quem estabelece os reis.

Ser fiel a Deus importava mais que ter benesses nesta vida, No entanto, a iniciativa de ter um bom amigo, disposto a vencer as batalhas e combater os inimigos de Jeová seria de grande valia.

Para ele, seria bastante significativo, compartilhar a fidelidade mútua e o afeto, em suas trajetórias, com alguém que tinha seus mesmos princípios. Jônatas e Davi tinham um comportamento que inspirava os soldados de Israel, eles orientavam os soldados em técnicas de guerra. Eram soldados exemplares.

De que adiantaria estar em posição de poderio e viver isolado? Precisavam da companhia mútua para atuar no exército.

E disse-lhe: Não temas, que não te achará a mão de Saul, meu pai; porém tu reinarás sobre Israel, e eu serei contigo o segundo; o que também Saul, meu pai, bem sabe. (1 Sm 23:17) Em todo o tempo ama o amigo e para a hora da angústia nasce o irmão. (Pv 17:17)

Ele sabia que a vontade divina deve prevalecer e aqueles que ocupam o trono não podem prescindir da vontade divina.

De fato, um amigo como Jônatas é uma raridade, haja vista que sua característica mais demonstrada e imprescindível para as relações sociais é o altruísmo (aquele que se preocupa em beneficiar o outro, sem esperar nada em troca).

Ele considerava o próximo em detrimento de si, cumpria o mandamento de amar o próximo como a si mesmo, permanecendo leal a ele. A pessoa leal respeita aos princípios e regras que norteiam a honra e a integridade; além disto, é fiel aos compromissos assumidos: “A multidão dos homens apregoa a sua própria bondade, porém o homem fidedigno quem o achará?” (Pv 20.6)

O maior benefício de uma amizade é o olhar que se volta para o próximo em primeiro lugar. O princípio da verdadeira amizade é angariar amigos que estejam felizes com o sucesso do outro, celebrando as nossas vitórias e angustiando-se quando estamos sofrendo: “Alegrai-vos com os que se alegram; e chorai com os que choram.” (Rm 12:15)

A integridade de Jônatas fê-lo se arriscar, em prol do amigo, quando percebeu/constatou que Saul planejava tirar a vida de Davi com o fim de impedi- lo de assumir o trono. Procedeu com a finalidade de mediar a aproximação de Saul e Davi, ao mesmo tempo que procurou honrar seu pai.

Então Jônatas falou bem de Davi a Saul, seu pai, e disse-lhe: Não peque o rei contra seu servo Davi, porque ele não pecou contra ti, e porque os seus feitos te são muito bons.

Porque pôs a sua vida em sua mão, e feriu aos filisteus, e fez o Senhor um grande livramento a todo o Israel; tu mesmo o viste, e te alegraste; porque, pois, pecarias contra o sangue inocente, matando a Davi, sem causa?
E Saul deu ouvidos à voz de Jônatas, e jurou Saul: Vive o Senhor, que não morrerá. (1 Sm 19:4-6)

No entanto, Saul quebrou a promessa e passou novamente a investir contra Davi, diante do temor de perder o trono. Ainda bem que Davi podia contar com um amigo como Jônatas, que procurava agir como pacificador diante do conflito:

Então Davi tornou a jurar, e disse: Teu pai sabe muito bem que achei graça em teus olhos; por isso disse: Não saiba isto Jônatas, para que não se magoe. Mas, na verdade, como vive o Senhor, e como vive a tua alma, há apenas um passo entre mim e a morte.

E disse Jônatas a Davi: O que disser a tua alma, eu te farei. Disse Davi a Jônatas: Eis que amanhã é a lua nova, em que costumo assentar-me com o rei para comer; porém deixa-me ir, e esconder-me- ei no campo, até à tarde do terceiro dia. (I Sm 20.3-5)

Se disser assim: Está bem; então teu servo tem paz; porém se muito se indignar, sabe que já está inteiramente determinado no mal.

Usa, pois, de misericórdia com o teu servo, porque o fizeste entrar contigo em aliança do Senhor; se, porém, há em mim crime, mata-me tu mesmo; por que me levarias a teu pai?
Então disse Jônatas: Longe de ti tal coisa; porém se de alguma forma soubesse que já este mal está inteiramente determinado por meu pai, para que viesse sobre ti, não to revelaria eu?

E disse Davi a Jônatas: Quem me fará saber, se por acaso teu pai te responder asperamente? (1 Sm 20:7-10)
Assim fez Jônatas aliança com a casa de Davi, dizendo: O Senhor o requeira da mão dos inimigos de Davi.

E Jônatas fez jurar a Davi de novo, porquanto o amava; porque o amava com todo o amor da sua alma. E disse-lhe Jônatas: Amanhã é a lua nova, e não te acharão no teu lugar, pois o teu assento se achará vazio. E, ausentando-te tu três dias, desce apressadamente, e vai àquele lugar onde te escondeste no dia do negócio; e fica-te junto à pedra de Ezel.

E eu atirarei três flechas para aquele lado, como se atirasse ao alvo. E eis que mandarei o moço dizendo: Anda, busca as flechas. Se eu expressamente disser ao moço: Olha que as flechas estão para cá de ti; toma-o contigo, e vem, porque há ²¹ paz para ti, e não há nada, vive o Senhor.

Porém se disser ao moço assim: Olha que as flechas estão para lá de ti; vai-te embora, porque o Senhor te deixa ir. E quanto ao negócio de que eu e tu falamos, eis que o Senhor está entre mim e ti eternamente.

Escondeu-se, pois, Davi no campo; e, sendo a lua nova, assentou-se o rei para comer pão. E, assentando-se o rei, como das outras vezes, no seu assento, no lugar junto à parede, Jônatas se levantou, e assentou-se Abner ao lado de Saul; e o lugar de Davi apareceu vazio.

Porém naquele dia não disse Saul nada, porque dizia: Aconteceu-lhe alguma coisa, pela qual não está limpo; certamente não está limpo. Sucedeu também no outro dia, o segundo da lua nova, que o lugar de Davi apareceu vazio; disse, pois, Saul a Jônatas, seu filho: Por que não veio o filho de Jessé nem ontem nem hoje a comer pão?

E respondeu Jônatas a Saul: Davi me pediu encarecidamente que o deixasse ir a Belém. Dizendo: Peço-te que me deixes ir, porquanto a nossa linhagem tem um sacrifício na cidade, e meu irmão mesmo me

mandou ir; se, pois, agora tenho achado graça em teus olhos, peço-te que me deixes partir, para que veja a meus irmãos; por isso não veio à mesa do rei.

Então se acendeu a ira de Saul contra Jônatas, e disse-lhe: Filho da mulher perversa e rebelde; não sei eu que tens escolhido o filho de Jessé, para vergonha tua e para vergonha da nudez de tua mãe? (I Sm 20. 16- 30)

Avaliando as ações de Jônatas, observamos que ele não atestou orgulho ou soberba nas suas atitudes. Foi um homem humilde que pôs o Senhor em primeiro plano e não atentou contra o próximo. Seus interesses pessoais eram secundários. Jônatas e Davi estavam comprometidos com Deus e seus feitos não poderiam destruir a amizade de ambos.

Jônatas morreu jovem, numa batalha contra os filisteus, deixando um filho de cinco anos: “E Jônatas, filho de Saul, tinha um filho aleijado de ambos os pés; era da idade de cinco anos quando as novas de Saul e Jônatas vieram de Jizreel, e sua ama o tomou, e fugiu; e sucedeu que, apressando-se ela a fugir, ele caiu, e ficou coxo; e o seu nome era Mefibosete.” (II Sm 4.4)

Diante de todo os males da batalha que só trazem destruição e morte, o melhor amigo de Davi foi mais uma vítima; seu filho, uma criança, também.

Além de perder o pai, ficou aleijado e dependente das pessoas para poder realizar suas atividades. Mas havia um voto de proteção mútua. Jônatas defendeu Davi, o qual também comprometeu-se em protegê-lo:

O Senhor faça assim com Jônatas outro tanto; que se aprouver a meu pai fazer-te mal, também to farei saber, e te deixarei partir, e irás em paz; e o Senhor seja contigo, assim como foi com meu pai.
E, se eu então ainda viver, porventura não usarás comigo da beneficência do Senhor, para que não morra?

Nem tampouco cortarás da minha casa a tua beneficência eternamente; nem ainda quando o Senhor desarraigar da terra a cada um dos inimigos de Davi.

Assim fez Jônatas aliança com a casa de Davi, dizendo: O Senhor o requeira da mão dos inimigos de Davi.
E Jônatas fez jurar a Davi de novo, porquanto o amava; porque o amava com todo o amor da sua alma. (I Sm 20. 13-17)

Por causa deste compromisso mútuo, logo no início do seu reinado, o Rei Davi se recorda do voto feito e da lembrança desta amizade, da promessa de

proteção da descendência. Isto faz o rei declarar que precisava descobrir se havia descendentes de Jônatas, porque devia beneficiá-los. Chegara o tempo de recompensar o legado deixado por aquela amizade, trazendo aquele moço para alimentar-se e viver sob os auspícios da mesa do rei.

E disse Davi: Há ainda alguém que tenha ficado da casa de Saul, para que lhe faça benevolência por amor de Jônatas? ( II Sm 9:1)

E disse o rei: Não há ainda alguém da casa de Saul para que eu use com ele da benevolência de Deus? Então disse Ziba ao rei: Ainda há um filho de Jônatas, aleijado de ambos os pés. ( II Sm 9:3)
E Mefibosete, filho de Jônatas, o filho de Saul, veio a Davi, e se prostrou com o rosto por terra e inclinou-se; e disse Davi: Mefibosete! E ele disse: Eis aqui teu servo.

E disse-lhe Davi: Não temas, porque decerto usarei contigo de benevolência por amor de Jônatas, teu pai, e te restituirei todas as terras de Saul, teu pai, e tu sempre comerás pão à minha mesa.

Então se inclinou, e disse: Quem é teu servo, para teres olhado para um cão morto tal como eu? ( II Sm 9:6-8)
E disse Ziba ao rei: Conforme a tudo quanto meu senhor, o rei, manda a seu servo, assim fará teu servo. Quanto a Mefibosete, disse o rei, comerá à minha mesa como um dos filhos do rei. ( II Sm 9:11)

Sendo assim, vemos que, em todo tempo, desde que se conheceram, Jônatas e Davi mantiveram a lealdade: “amava como a própria alma” (I Sm 18.1, 3), o que atestava a intensidade do sentimento fraterno que lhes inundava.

Davi declarou que o amor compartilhado, entre ambos, era maior que o amor das mulheres, sinal de que não se tratava de paixão promíscua, mas uma amizade: “Angustiado estou por ti, meu irmão Jônatas; quão amabilíssimo me eras! Mais maravilhoso me era o teu amor do que o amor das mulheres.” (II Sm 1.26)

A verdadeira amizade não espera nada em troca: “As riquezas granjeiam muitos amigos, mas ao pobre, o seu próprio amigo o deixa.” (Pv 19.4) “ O homem de muitos amigos deve mostrar-se amigável, mas há um amigo mais chegado do que um irmão.” (Pv 18:24)

O que esperamos de nossas amizades? Valores? Preços? Ou melhor, fidelidade?

O que mais importa? A quantidade de amizades? Ou a qualidade delas?

Jesus é o nosso verdadeiro amigo, entregou-se por completo, sem esperar nada em troca: “Já vos não chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer.“ (Jo 15:15)

O caráter de Jônatas. Os estudos modernos feitos sobre a herança mostram-nos que devemos receber menos crédito quando nossos filhos se saem bem, e menos culpa quando não se saem bem. Jônatas era o oposto de seu pai. Jônatas era homem generoso, justo e completamente destituído de inveja.

Em contraste com o espírito traiçoeiro de Saul, Jônatas era leal. Era homem dotado de grande coragem e determinação, capaz de amar verdadeiramente. Uma outra característica significativa sua era que a despeito de todos os erros cometidos por seu pai, ainda assim ele se pôs ao lado do pai, combatendo junto com ele até o fim. Os dois foram companheiros na morte. (Champlim, 2001, p.582)

SUGESTÃO DE ATIVIDADES:

.É importante que se mantenha um diálogo com a turma sobre as amizades nas redes sociais, acerca dos cuidados que devemos ter, acerca dos diálogos que são travados na rede, como as pessoas se expõem e correm perigo.

.Faça um levantamento das boas qualidades que devem ser cultivadas na amizade.

.Destaque que pode haver conflitos nas amizades. No entanto, é necessário retroceder e conceder perdão, corrigir o erro e prosseguir o relacionamento.

REFERÊNCIAS:

CONEGERO, Daniel. A Amizade Entre Jônatas e Davi: Um Exemplo de Lealdade. Disponível em: https://estiloadoracao.com/jonatas-um- exemplo-de-lealdade/. Acesso em 08ago2025.

JÔNATAS. CHAMPLIM, R. N. In: Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia. São Paulo: Hagnos, 2001, p.580-582, v.3.

LOURENÇO, indiara. 5 Lições que aprendemos com a amizade de Jônatas e Davi. Disponível em: https://bibliotecadopregador.com.br/licoes-da-amizade- de-jonatas-e-davi/. Acesso em 08ago2025.

 Profª. Amélia Lemos Oliveira

Fonte: https://www.portalebd.org.br/classes/juvenis/11650-licao-7-jonatas-o-valor-da-lealdade-i

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