LIÇÃO Nº 6 – SAMUEL: PRIVILÉGIOS E RESPONSABILIDADES DE UM VOCACIONADO
Samuel, cujo nome, no hebraico, significa Deus ouve, foi um jovem disciplinado que dedicou toda a sua vida à vocação ministerial.
A integridade deste moço era reconhecida desde os seus primeiros anos, desde a sua adolescência: “ E o jovem Samuel ia crescendo, e fazia-se agradável, assim para com o Senhor, como também para com os homens.” (I Sm 2.26)
Por que Samuel era um jovem tão diferenciado dos demais? Primeiramente, somos surpreendidos com o seu nascimento milagroso, com a fé de sua mãe.
Uma mulher tão devota que solicita um filho ao Senhor e, ao mesmo tempo, promete-lhe dedicar-lhe ao trabalho no santuário todos os dias de sua vida. Além de consagrá-lo ao tabernáculo, também faz o voto do nazireado.
Ou seja, ela separa o filho para o Senhor de duas formas. Fez um voto duplo. O nazireado era um voto perpétuo (para toda vida) e o trabalho do levita durava cinquenta anos. Do Senhor Ana receberá e para o Senhor ela devolverá.
Ana demonstrou que o “desapego” é uma prova de que tudo o que temos vem do nosso Deus e, por isto, não devemos recuar quando tivermos que ofertar-lhe.
Tal atitude demonstra que a mãe de Samuel era uma verdadeira adoradora e seu propósito de servir a Deus era sincero.
O Senhor se agradava da disponibilidade de seus pais para a adoração, haja vista que, todos os anos, Elcana reunia toda a sua família para ir a Siló com a finalidade de adorar. Residentes em Ramá ficava no distrito montanhoso das tribos de Efraim, foi uma aldeia na orla ocidental das planícies centrais da Palestina, as quais ficavam 19,3 km a noroeste de Betel e 19,3 km a oeste de Siló. Foi uma caminhada de 25 a 30
km. Os levitas tinham livre trânsito por todo o território e, assim, habitavam entre as tribos em diferentes cidades.
O centro religioso da nação israelita, na época, ficava em Siló e somente depois do extravio da arca da aliança, após a Batalha de Ebenézer, os israelitas sofreram as consequências de se afastarem dos caminhos do Senhor.
A família de Samuel era de descendência levítica. Era descendente de Coate (foi o segundo filho de Levi e avô de Moisés, Miriã e Arão), mas não era de linhagem aaraônica:
“Os filhos de Coate foram: Aminadabe, seu filho; Coré, seu filho; Assir, seu filho; Elcana, seu filho; Ebiasafe, seu filho; Assir, seu filho “ (I Cr 6:22,23). Eli, o sacerdote, pertencia à família de Itamar, o quarto filho de Arão. Sua família tinha o dever de cuidar da propriedade material do tabernáculo.
A visita de Eli e sua família a Siló ocorria todos os anos e ele costumava oferecer Ofertas de Gratidão na qual parte do animal era oferecido em sacrifício a Deus.
O restante era consumido pelos adoradores em um despretensioso culto de comunhão. Ana recebia dose dupla:
E esta é a lei do sacrifício pacífico que se oferecerá ao Senhor:
Se o oferecer por oferta de ação de graças, com o sacrifício de ação de graças, oferecerá bolos ázimos amassados com azeite; e coscorões ázimos amassados com azeite; e os bolos amassados com azeite serão fritos, de flor de farinha.
Com os bolos oferecerá por sua oferta pão levedado, com o sacrifício de ação de graças da sua oferta pacífica. E de toda a oferta oferecerá uma parte por oferta alçada ao Senhor, que será do sacerdote que aspergir o sangue da oferta pacífica.
Mas a carne do sacrifício de ação de graças da sua oferta pacífica se comerá no dia do seu oferecimento; nada se deixará dela até à manhã.
E, se o sacrifício da sua oferta for voto, ou oferta voluntária, no dia em que oferecer o seu sacrifício se comerá; e o que dele ficar também se comerá no dia seguinte; E o que ainda ficar da carne do sacrifício ao terceiro dia será queimado no fogo.
Porque, se da carne do seu sacrifício pacífico se comer ao terceiro dia, aquele que a ofereceu não será aceito, nem lhe será imputado; coisa abominável será, e a pessoa que dela comer levará a sua iniquidade. (Lv 7: 11 -18)
A família de Samuel era exemplar no que diz respeito à adoração no tabernáculo. O ato de adorar constantemente era um reflexo de um viver pautado na obediência e compromisso com a Palavra de Deus. Elcana e sua esposa deixaram um legado, o exemplo para os filhos, e para o povo israelita: o filho
Samuel. Este moço que ficou no tabernáculo aprendera o segredo da obediência e da reverência ao nome do Senhor com seus pais em seus primeiros anos de vida.
Este comprometimento com a Palavra do Senhor era prioridade em sua vida:
“Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar; e o atender melhor é do que a gordura de carneiros.” (I Sm 15.22) O garotinho de Efraim, que aprendeu a obedecer, desde a tenra idade, tornou-se uma referência para todo Israel.
Pela primeira vez, Eli teve, consigo, um filho devotado que lhe deu toda atenção e carinho que um pai precisava.
É interessante observarmos que Samuel não se permitiu corromper. Embora estivesse diante dos desonestos e promíscuos filhos de Eli, não cedeu aos apelos da natureza pecaminosa, preferindo ouvir a voz divina e atentar para a Lei do Senhor e zelar pela Sua casa.
Desde a adolescência, ficou comprovado que o Senhor tinha propósitos na vida deste jovem, porque o tornou porta-voz da mensagem profética ao sacerdote Eli. E foi assim que, a cada dia, se confirmava a vocação deste jovem.
Atravessou sérios momentos de crise moral e espiritual, mas a vocação profética não perdeu forças em seu coração.
Sendo assim, podemos nos recordar das diversas recomendações que o apóstolo Paulo faz no que se refere à vocação, haja vista que a descoberta da vocação para o ministério é um momento ímpar para o jovem e, neste contexto, ele precisará do auxílio de crentes idôneos para encaminhá-lo no início desta jornada:
Cada um fique na vocação em que foi chamado. (I Co 7.20)
Rogo-vos, pois, eu, o preso do Senhor, que andeis como é digno da vocação com que fostes chamados. (Ef 4.1)
Por isso também rogamos sempre por vós, para que o nosso Deus vos faça dignos da sua vocação, e cumpra todo o desejo da sua bondade, e a obra da fé com poder; (2 Tes 1:11)
Samuel teve Eli para ensiná-lo a servir ao Senhor. Lamentamos que o sacerdote não tenha exigido a disciplina de seus filhos Hofni (significa “o girino”) e Fineias (significa “o negro”) e punido quando fosse necessário.
Com a supervisão do sacerdote, ele foi se tornando o líder espiritual e político de Israel, guiando o povo em tempos de crise. O povo mergulhou em pecado, da mesma forma que os filhos de Eli cederam à corrupção.
Decepcionou-se tanto com a liderança do tabernáculo que, mais tarde, veremos muitos aderindo à idolatria e mantendo, consigo, amuletos para sentirem-se livres. Tudo isto era resultado da falta de fé em Deus.
Quando deixamos de vigiar e aderimos ao pecado, damos espaço para o inimigo atacar. E foi assim que aconteceu. Os inimigos filisteus atacaram Israel, mas o povo estava desprevenido, sem poder contar com a presença fortalecedora do Senhor.
E veio a palavra de Samuel a todo o Israel; e Israel saiu à peleja contra os filisteus e acampou-se junto a Ebenézer; e os filisteus se acamparam junto a Afeque.
E os filisteus se dispuseram em ordem de batalha, para sair contra Israel; e, estendendo-se a peleja, Israel foi ferido diante dos filisteus, porque feriram na batalha, no campo, uns quatro mil homens.
E voltando o povo ao arraial, disseram os anciãos de Israel: Por que nos feriu o Senhor hoje diante dos filisteus? Tragamos de Siló a arca da aliança do Senhor, e venha no meio de nós, para que nos livre da mão de nossos inimigos. (I Sm 4.1-3)
O povo israelita sofreu a sua primeira derrota porque não confiou em Deus e estava fora da Sua presença.
Por causa desta postura, teve a péssima ideia de fazer da arca do Senhor uma espécie de amuleto, assim como as outras nações cananeias também portavam os seus penduricalhos e os chamavam de deuses, feitos por mãos humanas.
Israel, ao contrário deles, deveria adorar um Deus que é Espírito e é verdadeiro, no entanto, preferiu enganar-se a si próprio, trilhando caminhos errôneos. Levar a arca para a segunda batalha, no lugar de Deus, foi um tremendo equívoco e prova de que a derrota seria acachapante:
Por isso os filisteus se atemorizaram, porque diziam: Deus veio ao arraial. E diziam mais: Ai de nós! Tal nunca jamais sucedeu antes.
Ai de nós! Quem nos livrará da mão desses grandiosos deuses? Estes são os deuses que feriram aos egípcios com todas as pragas junto ao deserto.
Esforçai-vos, e sede homens, ó filisteus, para que porventura não venhais a servir aos hebreus, como eles serviram a vós; sede, pois, homens e pelejai.
Então pelejaram os filisteus, e Israel foi ferido, fugindo cada um para a sua tenda; e foi tão grande o estrago, que caíram de Israel trinta mil homens de pé. E foi tomada a arca de Deus: e os dois filhos de Eli, Hofni e Fineias, morreram. (1 Sm 4:7-11)
Sendo assim, Samuel assiste Israel em estado de completa penúria de nível espiritual: sem o sacerdote, sem a arca, sem trabalhadores para as lavouras, sem guerreiros, sem pais para cuidar dos filhos, sem maridos para cuidar das famílias, sem filhos para distrair os pais Aquele povo precisava de um profeta, de um homem que tivesse uma mensagem, palavras que confortam, direcionam, explicam os motivos que levaram a nação a chegar àquele estado. Samuel é levantado pelo Senhor como líder no momento oportuno.
O povo era extremamente carente da Palavra de Deus. Até que surgiu este líder que ministrou ao povo e foi reconhecido como profeta.
A primeira vez que isto aconteceu foi em I Sm 3. 1-10, numa das cenas memoráveis das Escrituras, nas quais este jovem, em toda sua ingenuidade, se revela disposto a atender, manifestando-se potencialmente como um servo obediente e disposto a fazer o que lhe fosse solicitado. Assim era Samuel, desde sempre.
Convicto de seu chamado e do propósito divino em sua vida, pois sabia que seu nascimento era um milagre e o seu procedimento naquele lugar, resultava de uma promessa.
Não mencionaremos o retorno da arca que está no cap. 5 e 6 de I Samuel, mas nos deteremos na sua fala após a guarda da mesma quando ele exorta o povo dizendo: “³ Então falou Samuel a toda a casa de Israel, dizendo:
Se com todo o vosso coração vos converterdes ao Senhor, tirai dentre vós os deuses estranhos e os astarotes, e preparai o vosso coração ao Senhor, e servi a ele só, e vos livrará da mão dos filisteus.“(I Sm 7.3) Assim como ele foi um filho obediente, um auxiliar prestativo, orienta o povo a ter disciplina e se comprometer com o Senhor, obedecendo a Sua Lei.
Diante de tudo o que já havia ocorrido: a morte de mais de 34.000 homens na guerra contra os filisteus e a morte de 70 homens que olharam o conteúdo interno da arca, Israel percebeu que não mais havia outra saída, a não ser converter-se ao Senhor.
Então os filhos de Israel tiraram dentre si aos baalins e aos astarotes, e serviram só ao Senhor.
Disse mais Samuel: Congregai a todo o Israel em Mizpá; e orarei por vós ao Senhor.
E congregaram-se em Mizpá, e tiraram água, e a derramaram perante o Senhor, e jejuaram aquele dia, e disseram ali: Pecamos contra o Senhor. E julgava Samuel os filhos de Israel em Mizpá. (1 Sm 7:4-6)
Samuel foi usado por Deus em muitas situações para conduzir o povo de Israel à vitória contra os filisteus em Mispá.
Ele veio / viveu numa época que o povo não tinha direcionamento espiritual, fazia o que bem entendia: “Naqueles dias não havia rei em Israel; porém cada um fazia o que parecia reto aos seus olhos.” (Jz 21.25) Havia necessidade de uma liderança firme que direcionasse as
pessoas à adoração ao Deus Verdadeiro, o que fez Samuel ao tributar ao Senhor. Ele esclareceu o povo que somente Deus os conduziria à vitória. Diante do perigo iminente, da ameaça de uma batalha, não fugiu da responsabilidade:
“ Da qual salvação inquiriram e trataram diligentemente os profetas que profetizaram da graça que vos foi dada.” (1 Pe 1:10)
Com o passar dos anos, o povo sente a necessidade de um rei, por causa da má conduta dos filhos de Samuel:
Porém seus filhos não andaram pelos caminhos dele, antes se inclinaram à avareza, e aceitaram suborno, e perverteram o direito. Então todos os anciãos de Israel se congregaram, e vieram a Samuel, a Ramá,
E disseram-lhe: Eis que já estás velho, e teus filhos não andam pelos teus caminhos; constitui-nos, pois, agora um rei sobre nós, para que ele nos julgue, como o têm todas as nações. (I Sm 8.3-5)
Samuel ficou indignado com tal solicitação, mas orou ao Senhor, que lhe consolou dizendo que eles rejeitaram a Deus e não ao profeta.
O Senhor lhe disse que deveria ouvir o povo, constituir um rei e orientar sobre a responsabilidade que teriam a partir dali, haja vista que a designação de um rei comportava responsabilidades como impostos, prestação de serviços, deveres cívicos.
E disse o Senhor a Samuel: Ouve a voz do povo em tudo quanto te dizem, pois não te têm rejeitado a ti, antes a mim me têm rejeitado, para eu não reinar sobre eles. […]
Agora, pois, ouve à sua voz, porém protesta-lhes solenemente, e declara-lhes qual será o costume do rei que houver de reinar sobre eles.
E falou Samuel todas as palavras do Senhor ao povo, que lhe pedia um rei. E disse: Este será o costume do rei que houver de reinar sobre vós; ele tomará os vossos filhos, e os empregará nos seus carros, e como seus cavaleiros, para que corram adiante dos seus carros.
E os porá por chefes de mil, e chefes sobre cinquenta e para que lavrem a sua lavoura, e façam a sua sega, e fabriquem as suas armas de guerra e os petrechos de seus carros.
E tomará as vossas filhas para perfumistas, cozinheiras e padeiras. E tomará o melhor das vossas terras, e das vossas vinhas, e dos vossos olivais, e os dará aos seus servos. E as vossas sementes, e as vossas vinhas dizimará, para dar aos seus oficiais, e aos seus servos.
Também os vossos servos, e as vossas servas, e os vossos melhores moços, e os vossos jumentos tomará, e os empregará no seu trabalho. Dizimará o vosso rebanho, e vós lhe servireis de servos. Então naquele dia clamareis por causa do vosso rei, que vós houverdes escolhido; mas o Senhor não vos ouvirá naquele dia. Porém o povo não quis ouvir a voz de Samuel; e disseram:
Não, mas haverá sobre nós um rei. E nós também seremos como todas as outras nações; e o nosso rei nos julgará,
e sairá adiante de nós, e fará as nossas guerras. Ouvindo, pois, Samuel todas as palavras do povo, as repetiu aos ouvidos do Senhor. Então o Senhor disse a Samuel: Dá ouvidos à sua voz, e constitui-lhes rei. Então Samuel disse aos homens de Israel: Volte cada um à sua cidade. (I Sm 8. 7, 9-17)
O povo recebeu o devido esclarecimento, mas assumiu a responsabilidade. Vejamos, por meio do texto bíblico, que o Senhor ordenou a Samuel para ouvir o povo e atendê-lo.
Prosseguindo na leitura da narrativa, veremos que o Senhor revelou a Samuel que Saul iria ao seu encontro e este seria o rei escolhido para assumir a liderança monárquica de Israel:
Porque o Senhor revelara isto aos ouvidos de Samuel, um dia antes que Saul viesse, dizendo:
Amanhã a estas horas te enviarei um homem da terra de Benjamim, o qual ungirás por capitão sobre o meu povo de Israel, e ele livrará o meu povo da mão dos filisteus; porque tenho olhado para o meu povo; porque o seu clamor chegou a mim.
E quando Samuel viu a Saul, o Senhor lhe respondeu: Eis aqui o homem de quem eu te falei. Este dominará sobre o meu povo. (1 Sm 9:15-17)
Então disse Samuel a todo o povo: Vedes já a quem o Senhor escolheu? Pois em todo o povo não há nenhum semelhante a ele. Então jubilou todo o povo, e disse: Viva o rei! (1 Sm 10:24)
Tal circunstância nos mostra que Saul foi escolhido por Deus, isto foi resultado de um desejo do povo, mas o Senhor o elegeu pra assumir a função.
Está claro que ele não deu ouvidos ao profeta e desobedeceu, cometendo falhas graves mais tarde, mas isto não elimina a escolha do Senhor. Saul não permaneceu firme na vocação para a qual foi chamado e, por isto, seu reinado não subsistiu.
Deus rejeitou a Saul porque ele O rejeitou primeiro. Não soube lidar com os meandros do poder, iludiu-se com a glória da posição e deixou de glorificar a Deus. Por isto Davi foi eleito “homem segundo o coração de Deus” porque, mesmo falhando, não deixou de glorificar o Senhor, de honrar Aquele que o colocou no trono.
Até o sacerdote Eli reconhecia que Deus falava por meio de Samuel, desde a sua meninice: “Então Samuel lhe contou todas aquelas palavras, e nada lhe encobriu. E disse ele: Ele é o Senhor; faça o que bem parecer aos seus olhos. […]
E todo o Israel, desde Dã até Berseba, conheceu que Samuel estava confirmado por profeta do Senhor. E continuou o Senhor a aparecer em Siló; porquanto o Senhor se manifestava a Samuel em Siló pela palavra do Senhor.“ (I Sm 3. 18, 20,21)
Samuel foi um dos maiores líderes que Israel teve, porque durante a maior parte de sua vida, um período de quarenta anos, conduziu-se de forma ativa na obra de Deus; percorria longas distâncias para atender o povo, de Gilgal a Mispá, foi reconhecido como o mais relevante desde Moisés. Samuel foi o primeiro de uma tradição profética, o último juiz de Israel e aquele que ungiu os dois primeiros reis de Israel. Teve um ministério próspero que produziu muitos frutos.
Isto nos faz pensar na relevância que nossos jovens apresentam na obra do Senhor, haja vista que são dotados de imenso potencial para aprender e dispõem de todo o tempo para servir ao Senhor.
Conhecido como grande homem de oração e Intercessão (I Sm 15.11) por meio de quem Deus abençoava muito a Israel fazendo seu antigo povo entrar em uma nova fase de sua história, a era do reino, que prefigurava o futuro reino messiânico.
Samuel ocupa lugar proeminente entre os líderes e profetas do Senhor, por meio das quais se evidencia que o favor do Senhor Deus continua com seu povo (At 3.24; 13.20; At 11.32) (Champlim, 2001, p.69)
SUGESTÕES DE ATIVIDADES:
Ao finalizar, o professor terá a oportunidade de falar sobre a importância do serviço na casa do Senhor, sobre a obediência à liderança e disponibilidade para o aprendizado da Lei do Senhor.
Esta é a melhor época para aperfeiçoar-se no caminho que conduz à vida eterna.
REFERÊNCIAS:
1.BÍBLIAON. A história do profeta Samuel. Disponível em: https://www.bibliaon.com/historia_de_samuel/. Acesso em 0ago2025.
2.PFEIFFER, Charles F; HARRISON, Everett, F. Comentário Bíblico Moody: Josué a Cantares. São Paulo: Imprensa Batista Regular, 1995, v.2.
SAMUEL. In: CHAMPLIM, R. N. Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia. 5.ed. São Paulo: Hagnos, 2021, v.6, p.67-69.
Profª. Amélia Lemos Oliveira
Vídeo: https://youtu.be/TtokUKrY1Vg

