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Juvenis | LIÇÃO 13 – Lute Por Sua Fé

Este será o título da nossa última lição do terceiro trimestre do ano de 2023 da classe de juvenis.

A paz do Senhor, querido aluno e professor da Escola Bíblica Dominical. Eu sou a irmã Damares, professora da EBD na congregação em que sirvo ao Senhor, aqui na Assembleia de Deus em Curitiba.

Eu já estou aqui para que nós possamos finalizar a nossa meditação nesta revista da classe de juvenis, em que tivemos a oportunidade de conhecer mais a respeito das Epístolas Gerais.

Na aula de hoje, iremos finalizar o nosso estudo sobre as Epístolas Gerais, entendendo um pouco melhor o contexto e os motivos pelos quais Judas escreveu a sua carta, na qual ele fala a respeito da defesa da fé.

A aula de hoje está programada para ser ministrada no próximo domingo, no dia 27 de setembro, e teremos como versículo-chave o texto do único capítulo da carta de Judas, no versículo 3:

“Amados, procurando eu escrever-vos com toda diligência acerca da comum salvação, tive por necessidade escrever-vos e exortar-vos a batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos.”

A nossa leitura bíblica em classe está também no único capítulo de Judas, dos versículos 17 até o 25. Vamos ler juntos:

“Mas vós, amados, lembrai-vos das palavras que vos foram preditas pelos apóstolos de nosso Senhor Jesus Cristo, os quais vos diziam que no último tempo haveria escarnecedores que andariam segundo as suas ímpias concupiscências.

Estes são os que causam divisões, sensuais e que não têm o Espírito.

Mas vós, amados, edificando-vos na santíssima fé, orando no Espírito Santo, conservai a vós mesmos no amor de Deus, esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo para a vida eterna.

E apiedai-vos de alguns que estão duvidosos, e salvai alguns, arrebatando-os do fogo; e de outros tende misericórdia com temor, aborrecendo até a roupa manchada da carne.

Ora, aquele que é poderoso para vos guardar de tropeçar e apresentar-vos irrepreensíveis, com alegria, perante a sua glória, ao único Deus, Salvador nosso, por Jesus Cristo, nosso Senhor, seja glória e majestade, domínio e poder, antes de todos os séculos, agora e para todo sempre. Amém.”

Nós temos, então, os objetivos desta aula:

  1. Explicar para os nossos juvenis os motivos para o envio da carta.
  2. Expor para eles o perigo dos falsos mestres.
  3. Saber como devemos nos portar na defesa da fé.

1. Introdução à Epístola

A lição vai nos trazer uma introdução para que possamos entender quando a carta foi escrita, por que foi escrita, seu propósito e motivo.

Judas, que é o autor, era filho de Maria e José, meio-irmão de Jesus e irmão de Tiago, que também nos escreveu uma carta no Novo Testamento.

Ele escreveu esta epístola em meados dos anos 60 depois de Cristo, com o propósito de que os cristãos batalhassem pela fé que tinham recebido de Deus.

Para isso, precisavam se achegar a Deus, ter cuidado com os ensinos enganosos trazidos por falsos mestres e reconquistar aqueles que estavam duvidosos, que haviam recebido esse ensino e precisavam novamente ser conquistados para o lado da fé.

É uma pequena carta, mas com grande valor para a formação de todo cristão.

Judas e o apóstolo Pedro conviveram e certamente conversavam sobre os grandes problemas da igreja dos seus dias. Talvez por isso a segunda carta de Pedro e a epístola de Judas coincidam bastante nas ideias e na abordagem literária.

O ensino é denso e direto ao ponto, sem rodeios. Era preciso um despertamento.

Judas está escrevendo aproximadamente no ano 60 depois de Cristo. Acho muito interessante que ele diz que queria escrever a respeito da salvação, mas um tema surgiu e ele precisou escrever com urgência, porque aquela situação exigia que os irmãos fossem alertados.

Eles precisavam defender a sua fé não apenas dos ataques que recebiam de fora, mas também dos ataques que vinham de dentro, dos falsos mestres que se infiltravam no meio deles.

Eles se pareciam com os demais, mas estavam trazendo informações que não eram verdadeiras.

2. A Defesa da Fé

2.1. Uma necessidade

O escritor anuncia que desejava falar sobre a salvação. Entretanto, foi direcionado a exortar os irmãos a batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos.

Nos dias de hoje, tal direcionamento se mantém. É fundamental que a igreja esteja atenta para defender a fé.

A defesa da fé, contudo, só pode ser feita por quem a detém.

Quem não detém a fé em Cristo, quem não recebe essa fé e não a desenvolveu no Senhor, não consegue defendê-la.

Nós só defendemos aquilo em que acreditamos. Ninguém consegue passar uma vida defendendo algo que não conhece ou em que não acredita.

O mundo e as forças do mal sempre irão atacar a fé. Cabe, por isso, a nós, cristãos, sermos os guardiões desse tesouro de inigualável valor.

Que possamos fazer como Paulo, que, no fim dos seus dias, pôde dizer que, após uma vida de lutas, terminou a sua carreira permanecendo na fé:

“Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé.”
2 Timóteo 4:7.

2.2. A fé genuína

A fé mencionada por Judas é uma fé racional, bem fundamentada e salvadora, aquela que uma vez foi dada aos santos.

Lá em Judas, no versículo 3, ele nos fala isso. Ou seja, a fé verdadeira, dada por Deus e ensinada pelos apóstolos, é por ela que devemos travar uma luta incansável.

O tema da apologética, a defesa da fé, foi muito utilizado pelo apóstolo Paulo e pelos pais da igreja.

O próprio termo “apologia” vem do grego e significa defesa, mas não qualquer tipo de defesa. Significava defesa no âmbito civil.

Este nome começa a ser usado quando Sócrates começou a ser acusado de ensinar os jovens a se rebelar contra o sistema.

Ele foi acusado de causar um desvirtuamento na sociedade e mencionou a sua defesa. A defesa de Sócrates foi deixada para as próximas gerações pelos seus alunos. O nome da obra era “A Apologia de Sócrates”, ou seja, a defesa civil de Sócrates.

Ele estava se defendendo das acusações que estava recebendo.

O apóstolo Paulo vai utilizar este mesmo termo, dizendo que nós precisávamos fazer apologia da nossa fé.

O apóstolo Pedro também vai utilizar o termo apologia, que é o que conhecemos hoje como apologética.

Veja que não é qualquer tipo de defesa. É uma defesa coordenada, sistemática e que sabe por qual motivo está sendo feita.

Não é simplesmente dizer: “Eu estou aqui para defender a Palavra de Deus.” É preciso saber como defendê-la e quais são os ataques que ela mais sofre.

Ser um apologeta, defensor da fé cristã, não é fácil. Não basta dizer: “Agora eu vou defender a fé.”

É preciso ter recebido a fé de Deus, desenvolvido maturidade na caminhada e pesquisado os principais temas a respeito da nossa fé para então poder ser um defensor dela.

Judas queria que soubéssemos que, para sermos apologetas de Cristo, defensores da fé, precisamos primeiro ter a fé genuína.

3. O Pecado e o Juízo

3.1. Os intrusos

Sabemos que a fé cristã é constantemente atacada na escola, nos filmes ou nas redes sociais.

Mas o foco que o escritor Judas traz à tona são as ameaças que a fé vem sofrendo de dentro da própria igreja.

Os ataques externos muitas vezes são fáceis de identificar. Mas os ataques internos, daqueles de quem menos esperamos ter que nos defender, são mais difíceis de reconhecer.

Por isso, Judas elenca algumas características desses intrusos que se infiltraram no nosso meio e estão ameaçando a nossa fé:

  1. São ímpios, não têm amor a Deus.
  2. Convertem em dissolução a graça de Deus; são mundanos e carnais.
  3. Negam a Jesus Cristo; são céticos e não têm espiritualidade.
  4. São adormecidos e contaminam a sua carne; são indiferentes e não têm temor a Deus.
  5. Rejeitam a dominação; são vituperadores e rebeldes.
  6. Dizem mal do que não sabem; são mentirosos e propagadores de fake news.
  7. São murmuradores.
  8. São arrogantes.
  9. São interesseiros.
  10. Causam divisões.
  11. São sensuais.

Judas está nos trazendo uma forma de identificar quem é este joio que está no meio do trigo e de saber como defender a nossa fé dentro da igreja.

Muitas vezes estamos empenhados em ser apologetas, defensores da fé cristã para o mundo externo. Estamos preparados para assistir a um filme e identificar nele pontos que não são favoráveis à nossa fé.

É um grande avanço sermos capazes de identificar as setas inflamadas do maligno que querem nos seduzir silenciosamente, entrar no nosso meio e nos contaminar.

Mas nós já esperamos que o lado de fora nos ataque. E quando o ataque vem de dentro? Quando precisamos lidar com fogo amigo?

Para essas circunstâncias, precisamos estar preparados para identificar as pessoas que possuem as características apontadas pelo apóstolo Judas.

Essa breve carta tem um valor muito profundo para o nosso entendimento de como defender a fé cristã dentro da própria igreja.

Ao fim, Judas conclui sua listagem mostrando a consequência de todos esses defeitos: os falsos mestres estão no nosso meio, não têm o Espírito, e quem anda na carne não pode agradar a Deus.

3.2. Os exemplos da desobediência

Diante de tantas características ruins, Judas nos lembra de três exemplos de desobediência que não terminaram bem.

Esses exemplos estão registrados no Antigo Testamento, o que nos faz pensar que Judas escreveu para uma igreja que, em sua maioria, era composta por judeus.

Ele faz os leitores originais se lembrarem de acontecimentos do Antigo Testamento, que não eram conhecidos pelas pessoas de outras culturas e nacionalidades.

Hoje estamos inseridos em um contexto judaico-cristão. Conhecemos as principais histórias do Antigo Testamento e as contamos para as crianças. Elas já fazem parte do imaginário popular.

Naquela época não era assim. O mundo para o qual Judas escreveu era outro. Os judeus eram os que conheciam os detalhes a respeito do povo de Israel.

Isso nos dá uma ideia de que os destinatários da carta eram majoritariamente judeus.

Então vejamos os exemplos de Judas:

Primeiro exemplo: o povo de Israel, que foi salvo do Egito, mas os maus morreram no deserto por causa da sua incredulidade.

Segundo exemplo: os anjos caídos, que foram lançados na escuridão e estão atualmente em prisões eternas.

Terceiro exemplo: as cidades de Sodoma e Gomorra, bem como outras ao redor, que, por causa da imoralidade, sofreram a pena do fogo eterno.

Judas quis lembrá-los de que a desobediência foi punida no Antigo Testamento e continuaria sendo punida.

O Deus que se manifestou no Antigo Testamento, que teve um pacto com o povo de Israel a partir de Abraão, era o mesmo Deus que havia enviado seu Filho para trazer salvação para a igreja e para todos quantos cressem nele.

Judas queria deixar claro que a graça não era aquilo que estavam dizendo por aí.

Não é um Deus que você serve se quiser, que o salva, o alcança e a quem você retribui se assim lhe parecer bem.

A desobediência, mesmo no tempo da graça e em uma nova dispensação, também seria punida.

3.3. Os perigos dos falsos mestres

Após proferir um “ai” contra os falsos mestres, a epístola de Judas diz que eles entraram pelo caminho de Caim, o caminho da inveja; seguiram o engano do prêmio de Balaão, que foi a avareza; e pereceram na contradição de Corá, que sofria de rebeldia.

Em seguida, Judas denuncia os efeitos da presença desses intrusos:

Letra A: eles são manchas em vossas festas de amor, porque não possuem amor a Deus nem ao próximo, mas somente amor próprio. Por isso são uma mácula para a igreja.

Letra B: são nuvens sem água. Geram expectativas frustrantes, enchem as pessoas de esperança, mas tudo é falsidade.

Letra C: são como árvores murchas e infrutíferas. São uma perda de tempo, pois é um desperdício cultivar uma árvore e depois observar que todo o trabalho foi em vão.

Letra D: são ondas impetuosas do mar, que trazem sujeira.

Letra E: são estrelas errantes cujo fim será causar um grande estrago.

Observa-se como é necessário defender a fé recebida de Deus.

Diante dessas ameaças dos falsos mestres, nós, como cristãos, especialmente aqueles que trabalham com uma classe de juvenis, precisamos lembrar que eles estão envolvidos com muitas coisas.

Nossos juvenis estão pensando no vestibular, fazendo cursinho, escolhendo uma faculdade, pensando em uma profissão e visitando feiras de profissões. Alguns já estão namorando.

As ocupações só vão aumentando.

Entretanto, como cristãos, não podemos nos esquecer de que somos embaixadores de Cristo na Terra.

Não estamos aqui por acaso nem apenas para nos dar bem. Estamos aqui para servir a Cristo e fazer crescer o Reino de Deus.

Nossa função vai além de simplesmente viver a vida, fazer faculdade, trabalhar, casar e ter filhos.

Nós fazemos todas essas coisas para a glória de Deus.

Como cristãos, precisamos estar preparados para defender nossa fé dentro da igreja, inclusive diante daqueles que estão em dúvida, que foram influenciados pela discórdia e pela rebeldia e precisam ser lembrados de quem é Cristo, de quem é o Senhor e de qual é a fé que um dia recebemos de Deus.

Também precisamos defender nossa fé enquanto vivemos: enquanto estudamos, trabalhamos, nos casamos, temos filhos, educamos nossos filhos e mantemos nosso casamento.

A fé que recebemos de Deus, a fé genuína, precisa estar presente em todas as áreas da nossa vida.

É por isso que o cristão não trabalha como as outras pessoas. Ele trabalha a fim de glorificar primeiro o nome do Reino que representa, o nome de Cristo, e depois para ter uma profissão e conseguir uma renda.

Primeiro fazemos tudo para a glória de Deus.

Veja a importância de ensinarmos nossos juvenis a não ter a fé repartida na vida.

Às vezes falamos sobre “a minha vida espiritual” e “a minha vida secular”. Mas, como cristãos, tudo o que fazemos tem o objetivo de glorificar a Deus.

Quer comamos, quer bebamos, devemos fazer tudo para a glória de Deus.

Se você está em casa preparando uma refeição para alimentar seu corpo físico e mantê-lo em condições de continuar aquilo que o Senhor lhe deu para fazer, está fazendo isso para a glória de Deus.

Se nossos juvenis estão escolhendo uma faculdade ou uma área para trabalhar, precisam consultar ao Senhor, porque estão fazendo isso para a glória dele.

A fé que recebemos de Deus não nos faz ter apenas um final de semana de devoção na igreja.

A fé genuína altera toda a nossa vida. Ela não determina apenas o rumo dos sábados e domingos, mas também o que fazemos e pensamos na segunda, na terça, na quarta e em todos os dias que o Senhor nos der.

4. Como Defender a Nossa Fé

Não podemos terminar esta revista sem pensar um pouco a respeito de como fazer a defesa da nossa fé.

4.1. Quais são os cuidados pessoais?

Depois de mencionar os graves problemas causados pelos falsos mestres, Judas nos apresenta a maneira como o cristão deve defender a sua fé.

A. Edificando-se

Devemos nos edificar para fortalecer a convicção em Deus.

Os discípulos oraram:

“Senhor, aumenta-nos a nossa fé.”

Esta é uma oração que todos nós podemos fazer. A Palavra de Deus nos ensina que, assim como os discípulos fizeram, também podemos repeti-la ao Senhor:

“Senhor, aumenta a minha fé.”

Professor, lembre-se de pedir aos seus juvenis que grifem esta parte da lição, o texto de Lucas 17.5, para que façam essa oração de forma verdadeira em suas vidas.

Quantas vezes precisamos que a nossa fé seja aumentada? Não apenas para crer que milagres podem acontecer, mas para crer que Deus existe, que vale a pena viver por Ele e que vale a pena não amar o mundo, abandonando os prazeres e desejos carnais.

Então podemos orar:

“Senhor, aumenta a minha fé para que eu continue crescendo, a fim de me parecer com o Senhor.”

B. Orando no Espírito Santo

Orar no poder e na força do Espírito, não firmado em palavras de efeito que para nada servem diante de Deus.

C. Conservando-se no amor de Deus

Precisamos permanecer no amor de Deus.

D. Esperando na misericórdia de Cristo

Quando fazemos uma leitura atenta da carta de Judas, conseguimos identificar todos esses pontos apresentados pela lição.

Judas nos aconselha a conservar-nos no amor de Deus e esperar na misericórdia de Cristo.

Esse ponto é muito importante porque, às vezes, identificamos falsos mestres e ficamos pensando:

“Poxa, Senhor, o que o Senhor vai fazer contra ele? Ele está numa posição de destaque dentro da igreja e é um falso mestre. O que faremos?”

Precisamos aprender a esperar na misericórdia de Cristo.

Identificar falsos mestres não significa pegar a pedra mais pesada que temos e atacá-los.

Significa reconhecer que precisamos ter cuidado com aquilo que eles estão falando e orar por essas pessoas que ainda não conhecem o Senhor, que ainda não receberam o Espírito de Deus e ainda não foram transformadas.

Que tenhamos o amor de Cristo, o amor que ele nos ensinou e que derrama sobre nós. Ele é a fonte; nós somos canais desse amor.

É importante sabermos identificar os falsos mestres, não para expô-los ou lançá-los à humilhação pública, mas para que tenhamos piedade e misericórdia, saibamos quem eles estão influenciando e possamos influenciar essas pessoas.

Os falsos mestres já estão em um caminho mais afastado de Cristo e carecem imensamente da misericórdia de Deus.

Mas aqueles que foram afetados por eles e estão apenas em dúvida ainda podem ser resgatados por nós.

Por isso, saber defender a fé que o Senhor nos deu não é apenas uma forma de nos mantermos cristãos, mas também uma forma de amar as pessoas que estão ao nosso redor, nossos irmãos em Cristo.

Se estiverem titubeantes na fé que receberam do Senhor, poderão receber de nós apoio, uma palavra de ânimo e um alerta:

“Ei, cuidado! Você está indo no caminho errado. Vamos retornar para a Palavra de Deus. Vamos estudar a Bíblia juntos. Vamos fazer oração juntos. Eu te ajudo em oração.”

Assim, defender a fé que um dia o Senhor nos deu também é uma forma de amar o nosso próximo.

4.2. Cuidados com os outros

A receita só estará completa se também houver cuidado com aqueles que já foram enganados pelo mal.

Por isso, Judas nos conclama a ter piedade daqueles que estão em dúvida. Ele aumenta a gravidade quando nos lembra que os duvidosos rumam para o inferno.

Aqueles nossos irmãos que estão em dúvida precisam da nossa oração e do nosso apoio. Precisam que estejamos ao lado deles para dizer:

“Meu irmão, qual é a sua dúvida?”

Professor, este ponto é muito importante porque grande parte das pessoas em dúvida na igreja está nas nossas classes de adolescentes, juvenis e jovens.

Este é o público da igreja que mais fica em dúvida e que mais tem a sua fé ameaçada.

Isso não significa que os irmãos mais maduros na fé não tenham dúvidas ou não fiquem titubeantes.

Entretanto, a faixa etária que mais apresenta dúvidas é justamente aquela para a qual estamos ministrando.

Então que possamos ter piedade deles, colocar-nos à disposição em oração e responder às principais dúvidas que possuem.

Perceba a importância de você, professor, ser um apologeta de Cristo, um defensor da fé cristã.

É importante colocar-se à disposição dos seus alunos para responder às dúvidas que eles têm, para tirar aquilo que talvez esteja os afastando de Cristo.

Algumas dúvidas podem fazer com que eles olhem para a igreja e pensem:

“Ah, vou deixar para lá. Vou para a faculdade, começar uma nova vida. Quero conhecer novos lugares e novas pessoas. Quero ficar sem as amarras que, às vezes, o evangelho traz.”

Então precisamos estar atentos a quem são os nossos juvenis e saber quais são as principais dúvidas que possuem.

Professor, esta é a última lição do trimestre.

Desejo que você possa ser usado pelo Senhor para ministrar essa lição com ousadia e graça, enquanto o Espírito Santo trabalha no coração dos seus juvenis.

Ore especificamente por cada um deles. Lembre-se do nome deles em suas orações, faça uma oração diária por eles e apresente-os ao Senhor.

Como esta é a última lição, é importante fazer uma recapitulação daquilo que já foi visto.

Tenha um momento especial para perguntar a eles o que aprenderam, qual lição mais chamou sua atenção, se algum ponto da vida deles realmente mudou, se fizeram a leitura das Epístolas Gerais e se aprenderam ou conheceram alguma coisa que não sabiam.

É importante, neste último domingo, trazer à memória aquilo que foi aprendido ao longo do trimestre.

Também não podemos esquecer de lembrar aos nossos juvenis que não podemos ser apenas ouvintes da Palavra de Deus, mas precisamos ser praticantes.

Que tudo aquilo que aprendemos a respeito das Epístolas Gerais não vá para o esquecimento, mas seja trazido para a nossa vida prática.

Que possamos aplicar ao nosso dia a dia aquilo que aprendemos ao longo destas 13 aulas.

Amém.

Muito obrigada por ter chegado até aqui.

Que privilégio o Senhor nos deu de aprendermos, durante 13 domingos, mais e mais a respeito das Epístolas Gerais, dessas cartas tão preciosas que chegaram a nós com o objetivo de nos exortar e nos edificar.

Deus abençoe, professor.

Muito obrigada por ter chegado até aqui e até a próxima aula.

Texto extraído do vídeo por IA.

 

Fonte: https://youtu.be/yOgBKX8y8oQ?list=TLGGieiuRFG3nMoyNTA5MjAyNg

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