JUVENIS – LIÇÃO 8: O PROPÓSITO DO SOFRIMENTO
O evangelho não garante e nem promete uma vida sem sofrimento, mas demonstra de forma poderosa que toda luta com Cristo não é inútil; ela é proveitosa para o testemunho.
Hoje nós chegamos na lição de número oito aqui da classe dos Juvenis. Estamos quase finalizando o trimestre.
Nessa lição oito, que cai no dia 23 de agosto, nós vamos trabalhar junto com vocês sobre o propósito do sofrimento.
E, claro, para você iniciar muito bem essa aula, você precisa iniciá-la com coragem, com certeza e com garantia. Você pode iniciar também com a pergunta que eu vou te passar.
A pergunta é esta:
Como o cristão deve compreender o sofrimento sem perder a fé e a esperança?
Use essa pergunta por cinco minutos em sala de aula. Deixe os seus alunos participarem.
Agora é o momento de você utilizar esse material para dinamizar a sua ministração.
Bases bíblicas da lição
Você pode utilizar também as bases bíblicas da lição.
O primeiro versículo introdutório está em Salmo 119.71.
Também temos a leitura bíblica em classe, localizada em 1 Pedro 4.1, 2 e 12 ao 19.
Leia esses textos compassadamente, deixando o Senhor usar você na Escola Bíblica Dominical da sua igreja.
Na explicação, você vai trabalhar o seguinte:
O cristão deve compreender o sofrimento, entendendo que isso não significa a ausência de Deus.
É preciso compreender que, no meio das provações, Deus está presente, fortalecendo a nossa fé, ajudando-nos a desenvolver perseverança e um caráter de confiança.
Outras bases bíblicas
Algumas bases bíblicas podem ajudar na explicação:
- Romanos 5.3-5;
- Tiago 1.2-3;
- 2 Coríntios 4.7.
Vale muito a pena ler essas passagens.
Em 2 Coríntios 4.7, você vai perceber que a nossa momentânea provação ou tribulação produz em nós um peso na glória de Deus.
Na explicação dessa aula, você vai trabalhar isso de forma muito clara, entendendo que, no meio da provação, Deus se revela conosco.
Tópicos importantes para a ministração
Você vai destacar alguns tópicos muito importantes para a sua ministração.
Primeiro, destaque que Cristo sofreu por nós.
É importante apresentar isso.
Você precisa destacar também que o sofrimento do justo não significa abandono de Deus.
As provações podem amadurecer a nossa fé.
Também existe o sofrimento causado por causa de escolhas erradas. E, por isso, nós sofremos.
É interessante observar também que a esperança cristã aponta para o dia em que todo o sofrimento terminará.
Aplicação
Qual é a aplicação que você vai usar?
Anote isso:
Quem conhece o propósito de Deus consegue atravessar a dor sem abandonar a fé.
Essa é uma verdade importante para trabalhar com os alunos.
Primeiro ponto – O sofrimento de Cristo
Você vai avançar junto com os seus alunos já para o primeiro ponto da lição.
Mas, antes de tudo, pode utilizar uma pergunta para iniciar a participação da turma:
Se eu fosse você, eu já anotava esta pergunta para trabalhar em sala de aula:
Como o cristão deve compreender o sofrimento sem perder a fé e a esperança?
Depois, permita que os alunos participem e expressem aquilo que pensam.
1. Cristo sofreu por nós
No primeiro ponto da lição, você pode utilizar Atos 5.41.
O primeiro subtópico é:
Cristo sofreu por nós.
Na abertura deste primeiro subtópico, você pode entrar com uma afirmação. A afirmação é pedagógica para levar o aluno a meditar no assunto da lição e não fugir do tema.
Trabalhe esta afirmação:
Antes de nos ensinar a enfrentar o sofrimento, Jesus passou pelo sofrimento em nosso lugar.
Você precisa destacar isso em aula para levar o aluno a meditar na Palavra.
Já que estamos levando o aluno a meditar, e o propósito da Escola Dominical é discipulado, pedagogia e ensino, é diferente de uma pregação. Por isso, você pode trabalhar também uma pergunta, porque a pergunta estimula o pensamento do aluno.
Anote esta pergunta para dinamizar a sua aula:
Por que o sofrimento de Cristo é tão importante para nossa fé?
Nesse momento, escute os seus alunos por aproximadamente cinco minutos.
É muito importante fazer isso. A participação deles para o desenvolvimento do discipulado é necessária.
Explicando o sofrimento de Cristo
Você vai explicar que o sofrimento de Cristo é fundamental porque Ele deu o exemplo nessa parte central da redenção.
Outro detalhe que você vai destacar é que, na cruz, Cristo levou sobre si os nossos pecados. Isso demonstra o ápice do sofrimento.
Ele nos sarou pelas suas pisaduras.
Você tem algumas bases bíblicas para ir explicando:
- Isaías 53.4-5;
- 1 Pedro 2.24.
Peça aos alunos para lerem essas passagens.
Você vai explicar que, por meio da morte de Jesus, nós fomos reconciliados com Deus.
O fundamento está em Romanos 5.8-10.
Nós recebemos perdão, esperança e vida eterna por meio de Cristo, porque Ele sofreu por nós. Esse sofrimento produziu transformação e redenção.
O sofrimento de Cristo na cruz não é apenas um símbolo de vergonha e de morte, mas de salvação, esperança e graça.
Ele passou por isso.
1 Coríntios 1.18 é outro texto que você precisa ler.
Pontos para destacar
Para ficar mais fácil de explicar, destaque estes pontos na aula:
- Jesus conheceu a rejeição, a dor e a perseguição.
- Jesus sofreu injustamente.
- Jesus permaneceu obediente ao Pai.
- Seu sofrimento fazia parte do plano da redenção.
Aplicação
Qual é a aplicação que você vai apontar na aula?
Nunca sofremos diante de um Salvador incapaz de compreender a nossa dor.
Você pode utilizar também a pergunta de número 1 da lição, na página 60, para trabalhar esse assunto com os alunos.
2. Cristo pagou a nossa culpa
O segundo subtópico do primeiro ponto trabalha este assunto:
Cristo pagou a nossa culpa.
Você pode iniciar novamente com uma afirmação:
Na cruz, Cristo sofreu não pelos próprios pecados, mas pelos nossos pecados.
Isso é muito importante para ser explicado pelo professor ou professora da Escola Bíblica Dominical.
Esse momento é interessante porque leva o aluno a meditar na Palavra. Estamos aqui trabalhando e aprofundando o texto e a abordagem da lição.
Uma pergunta pode levar o aluno a pensar ainda mais:
O que Cristo realizou através do seu sofrimento?
Deixe os alunos participarem. Uma palavra que eles falam, uma participação, é muito relevante para a sua explicação.
Cristo levou sobre si a nossa culpa
Você entra explicando:
Por meio do sofrimento de Jesus na cruz, Ele levou sobre si a nossa culpa. Ele recebeu a condenação dos nossos pecados que nós merecíamos.
Embora Ele não tivesse pecado, Jesus não tinha pecado.
Uma base bíblica é Hebreus 4.15.
Vale muito a pena ler.
Ele levou sobre si os nossos pecados.
Outra passagem é 1 Pedro 2.24.
Vai anotando isso, porque essas passagens dão fundamento para a explicação na hora da aula.
Você vai destacar que Ele foi ferido por nossas transgressões.
Isaías 53.5.
Cristo satisfez a justiça divina
Ele satisfez a justiça divina.
O objetivo da morte de Jesus no Calvário não é uma batalha contra Satanás.
O objetivo da morte de Jesus no Calvário, do sofrimento dele, é satisfazer a justiça divina.
Existe algo que é muito claro e fiel ao Senhor: a justiça divina.
Quando nós pecamos, ferimos a santidade e agredimos a santidade de Deus.
Por causa disso, a justiça entra em ação para nos condenar pelo pecado.
E, para satisfazer a justiça divina, Jesus morreu em nosso lugar, oferecendo-se como puro em nosso lugar.
Temos bases bíblicas para isso:
- Romanos 3.23-26;
- Romanos 5.8-10;
- Efésios 1.7.
Vale a pena ler esses textos.
Nós somos devedores e agimos contra a vontade da santidade do Senhor e da justiça divina.
Cristo tomou o nosso lugar e nos fez justos.
Ou seja, nós não merecíamos, mas Ele nos reconciliou com Deus.
Temos aqui também 1 Pedro 3.18.
Pontos para destacar
Destaque estes pontos na aula:
- Jesus sofreu e levou sobre si os nossos pecados.
- Ele pagou a dívida da justiça divina que nós não poderíamos pagar.
- Ele abriu o caminho para a nossa reconciliação com Deus.
- Por causa de Cristo, somos livres da condenação.
- Sua morte trouxe perdão, redenção e esperança.
Aplicação
A aplicação é:
A cruz transforma a culpa em perdão e a nossa condenação em esperança.
3. A cegueira dos judeus
O terceiro subtópico vai trabalhar sobre a cegueira dos judeus.
Comece com esta afirmação:
É possível conhecer as Escrituras e, ainda assim, não conhecer aquilo que Deus está fazendo.
Essa afirmação vai levar o aluno a meditar nas Escrituras.
Agora trabalhe também uma pergunta:
Por que muitos não reconhecem Jesus como Messias e Salvador?
Aqui você está levando os alunos a refletirem sobre a atitude dos judeus.
As expectativas sobre o Messias
Você vai explicar que muitos não reconheceram Jesus como Messias por causa das suas próprias expectativas.
Por exemplo, os judeus esperavam um libertador político, triunfante e que não sofresse.
Mas Cristo veio como Servo Sofredor.
Ele tomou sobre si a atitude de servo.
Algumas bases bíblicas para confirmar essa atitude de Jesus são:
- Isaías 53.4-5;
- Lucas 24.25-27.
Jesus confrontava as pessoas que esperavam esse líder político e militar.
Temos também:
- João 5.39-40;
- João 12.37-40.
As Escrituras demonstram que Cristo veio em humildade.
E, justamente porque Ele veio em humildade, isso demonstra a perseguição religiosa contra Ele.
Temos também 2 Coríntios 3.14-16.
Pontos para destacar
Você precisa falar isso para não se perder do assunto da lição.
Destaque:
- Muitos esperavam um Messias diferente.
- Não compreenderam o significado do sofrimento de Jesus.
- Esperavam um Messias político-militar.
- A incredulidade impediu que reconhecessem Jesus como Salvador.
- O coração precisa estar aberto para a verdade de Deus.
Aplicação
O conhecimento bíblico sem fé e humildade pode não produzir transformação.
Você pode utilizar a pergunta de número 2 da lição, na página 60, para trabalhar esse assunto com os alunos.
ENTENDENDO O SOFRIMENTO DO JUSTO
No primeiro subtópico, você vai entrar com esta afirmação:
A fé que nunca foi provada ainda não revela toda a sua resistência.
Então, se a sua fé ainda não passou por provação, você pode passar por algumas dificuldades, e a sua fé ainda não foi demonstrada da maneira que Deus quer.
Uma pergunta para os alunos
Qual é a pergunta que você vai utilizar?
O que Deus pode produzir em nós através das provações?
Aí você entra explicando que Deus pode usar as nossas provações para fortalecer a nossa fé.
Esse é o objetivo.
E também para amadurecer o nosso caráter de forma espiritual.
Era isso que o apóstolo Tiago, na carta, estava explicando: a fé produz em nós paciência.
Tiago 1.2-4.
Ele faz questão de destacar que ela produz crescimento espiritual.
Paulo também fala a mesma coisa: ela traz experiência, e a experiência traz esperança.
Onde encontramos isso?
Romanos 5.3-5.
Nós percebemos que Deus trabalha através desse sofrimento que enfrentamos.
Pontos para desenvolver
Quais são os tópicos que você vai desenvolver agora?
No segundo ponto, você vai destacar:
- O sofrimento revela a qualidade da nossa fé.
- Desenvolve a nossa esperança.
- Ensina-nos a depender de Deus.
- Pode produzir maturidade espiritual.
A provação não precisa destruir a fé; pode tornar a sua fé muito mais firme.
Olha que legal.
Vamos pegar a lição, página 60, e utilizar agora a pergunta de número 3 junto com os seus alunos.
SEGUNDO SUBTÓPICO – A ALEGRIA NO SOFRIMENTO
O segundo subtópico do nosso segundo ponto vai trabalhar sobre a alegria no sofrimento.
Você entra trabalhando esta afirmação:
A alegria cristã não significa gostar da dor, mas significa que a dor não controla o nosso futuro.
Nós precisamos destacar isso na aula.
Pergunta para os alunos
Qual é a pergunta que você vai utilizar para levar o aluno a meditar na Palavra?
Como alguém pode se alegrar mesmo enfrentando o sofrimento?
Tudo isso faz parte da proposta que Tiago está trazendo na carta.
A alegria em meio ao sofrimento
Você vai explicando:
O cristão pode se alegrar no meio do sofrimento, independentemente da circunstância, por causa da presença de Deus, ou seja, da esperança em Deus.
Paulo e Silas, por exemplo, passaram pelo sofrimento e pela dor quando foram presos na cidade de Filipos.
Eles foram açoitados.
Atos 16.22-25 diz que eles adoraram a Deus no meio do sofrimento.
Tiago explica que a nossa alegria vem por causa da graça de Deus em nós, mesmo passando por tribulações.
Tiago 1.2-4.
Tiago vai explicando isso.
Em 2 Coríntios 6.10, Paulo também diz que o cristão, mesmo entristecido, é alegre por causa da presença de Deus.
Em Filipenses 4, Paulo fala sobre o sofrimento e, ao mesmo tempo, sobre a alegria de servir a Cristo.
Pontos para destacar
Vamos destacar alguns tópicos para você não se perder.
Destaque isso na aula:
- A nossa alegria está em Cristo, não nas circunstâncias.
- A esperança sustenta você até nos momentos difíceis.
- Sofrer por fidelidade pode confirmar o nosso compromisso com Cristo.
- A esperança eterna muda a nossa perspectiva sobre as nossas lutas presentes.
Aplicação
A tristeza pode até estar presente, mas ela não consegue destruir a esperança.
Qual é a pergunta que você vai usar agora?
Você vai para a pergunta de número 4, página 60.
Faça isso na sua aula.
TERCEIRO PONTO – SOFRER FAZ BEM
Vamos fechar a lição e partir para o nosso terceiro ponto.
Agora, no terceiro ponto, você vai trabalhar este argumento:
Sofrer faz bem.
No terceiro ponto, leia Atos 19.16.
PRIMEIRO SUBTÓPICO – O SOFRIMENTO INÚTIL
Vamos trabalhar sobre o sofrimento inútil.
Você está explicando a lição e vai trabalhar esta afirmação de forma muito clara junto com os seus alunos:
Nem todo sofrimento é motivo de honra. Algumas dores são consequências de escolhas erradas.
São escolhas que nós fizemos sem a permissão e a vontade de Deus.
Pergunta para os alunos
Existe uma diferença entre sofrer por Cristo e sofrer por nossas próprias escolhas?
Isso vai levar o seu aluno a entender o assunto da lição.
Você entra explicando:
A Bíblia declara claramente e faz a distinção de que a fidelidade, ou seja, sofrer por causa de Cristo, é diferente de sofrer por nossas escolhas erradas.
Pedro ensina que não há mérito em sofrimento quando este é consequência de uma conduta errada.
Mas é necessário observar que sofrer por Cristo é diferente.
1 Pedro 4.15-16.
Sofrer por Cristo é sofrer por causa da pregação do Evangelho, do testemunho, porque você está servindo a Jesus.
Mateus 5.10-12.
2 Timóteo 3.1 também é uma referência que pode ser trabalhada.
Alguns sofrimentos são causados pelas nossas escolhas erradas, que geram consequências terríveis.
Gálatas 6.7 é um texto que vale a pena ler.
Pontos para destacar
Agora você vai destacar:
- O cristão não deve glorificar consequências de irresponsabilidades.
- O pecado e decisões imprudentes podem produzir sofrimento evitável.
- Precisamos assumir a responsabilidade pelos nossos atos.
- O sofrimento por fidelidade a Cristo é diferente do sofrimento causado por um erro.
Destaque isso na aula:
Não devemos chamar de perseguição aquilo que é apenas consequência das nossas escolhas erradas.
Isso é importante ser explicado pelo professor.
SEGUNDO SUBTÓPICO – NÃO SE ENVERGONHE DE SOFRER POR CRISTO
Agora vamos trabalhar este argumento:
Não se envergonhe de sofrer por Cristo.
Neste segundo subtópico, você vai entrar trabalhando esta afirmação:
Sofrer por Cristo pode trazer vergonha diante dos homens, mas honra diante de Deus.
Pergunta para os alunos
Sempre anote essas perguntas que eu vou passando.
Essa pergunta não está na lição:
Como devemos reagir quando somos desprezados por causa da nossa fé?
Aí você vai trabalhar o assunto de quando somos desprezados por causa da nossa fé e da nossa fidelidade e amor a Cristo.
Precisamos destacar e entender que o cristão não pode se envergonhar por causa da pregação do Evangelho.
Olhe para o texto de 1 Pedro 4.16.
Jesus disse que bem-aventurados são aqueles que passam por perseguição, por lutas e por sofrimentos por causa da pregação do Evangelho.
Aí você encontra isso em:
Mateus 5.10-12.
Atos 5.41 destaca exatamente que os discípulos se regozijavam em seu coração por causa da pregação do Evangelho e por causa das lutas que enfrentavam.
Pontos para destacar
Você vai destacar alguns tópicos na aula para não fugir do assunto:
- Não podemos negar a nossa identidade cristã.
- Devemos permanecer firmes na verdade.
- Devemos responder com mansidão e fidelidade.
- Devemos glorificar a Deus diante da oposição.
Aplicação
Qual é a aplicação que você vai trabalhar?
Destaque isto:
É melhor sofrer permanecendo fiel do que aceitar negar aquilo em que nós cremos.
É muito importante você fazer isso na aula.
Destaque também, de forma pessoal, a última pergunta, pergunta 5, na página 60.
TERCEIRO SUBTÓPICO – O FIM DO SOFRIMENTO
Agora você vai para o terceiro e último subtópico para fechar a aula de forma muito relevante na Escola Bíblica.
Você vai trabalhar sobre o fim do sofrimento.
Entre com esta afirmação:
Para o cristão, nenhuma lágrima é eterna.
Pergunta para os alunos
Qual é a pergunta que você vai utilizar?
Qual é a esperança final para aqueles que sofrem em Cristo?
E aí você entra explicando.
Você precisa explicar que a esperança do cristão é exatamente a vida eterna.
Nós entendemos que o sofrimento não tem longo prazo.
O sofrimento é passageiro.
Romanos 8.18 vai ajudar você a entender isso.
Deus vai eliminar dos olhos toda lágrima daqueles que permaneceram em Cristo.
Apocalipse 21.4.
Tem outro texto que você vai observar, entendendo que a nossa tribulação é momentânea.
Por isso Paulo afirma isso em:
2 Coríntios 4.17-18.
Vale a pena ler e trabalhar esse texto na aula.
Pontos para destacar
Para fechar:
- O sofrimento desta vida é temporário.
- Deus promete restauração e glória eterna.
- Cristo voltará.
- A eternidade com Deus colocará um fim à dor e à morte.
Aplicação
O sofrimento pode fazer parte do caminho, mas o destino final do discípulo é o céu, e não o sofrimento.
Então, destaque isso na conclusão da sua aula.
O cristianismo não responde ao sofrimento dizendo que a dor não existe.
Ele responde mostrando que o Salvador sofreu, venceu e está conosco até o fim.
Conclusão da lição
Quais são os tópicos principais?
- Cristo sofreu por nós e pagou a nossa culpa.
- As provações podem aperfeiçoar nossa fé.
- Não devemos confundir o sofrimento por Cristo com as consequências do pecado.
- A fidelidade vale a pena, mesmo quando custa caro.
- O sofrimento tem prazo, e a presença de Deus é eterna.
Aplicação final
O discípulo pode chorar durante o caminho, mas continua caminhando, porque sabe que a cruz não foi o fim para Cristo e também não será o fim para aqueles que permanecem nele.
Espero muito poder ter ajudado você na aula de hoje aqui da classe dos Juvenis.
Eu sou o seu amigo, pastor Janderson Nascimento, primeiro vice-presidente da Assembleia de Deus aqui em Vitória da Conquista, na Bahia, terra boa, igreja pastoreada pelo pastor Davi Oliveira.
Boa sorte você que está chegando por aqui.
Gente boa, se inscreva no canal, torne-se um dos nossos alunos, peça para mais alguém também participar com a gente, envie essa aula para essa pessoa.
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Que Deus te abençoe.
É só colocar Janderson Nascimento EBD.
E eu te espero por aqui na próxima aula, lição nove, onde nós vamos trabalhar sobre o inimigo íntimo.
Que Deus te abençoe e até a próxima aula, se Deus quiser.
Texto extraído do vídeo por IA.
Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=XOpbe4eI49w
