JUVENIS | POSSO VIVER PARA A GLÓRIA DE DEUS
Introdução
A paz do Senhor, querido aluno e professor da Escola Bíblica Dominical.
Sou Damares, professora da EBD na congregação em que sirvo ao Senhor, na Assembleia de Deus em Curitiba. Estou aqui para que possamos continuar estudando juntos esta revista, na qual estamos falando sobre o que Cristo fez por nós e sobre aquilo que nós podemos fazer para o Reino dEle.
Hoje iremos falar sobre viver para a glória de Deus.
O que seria viver para a glória de Deus?
Essa é uma das perguntas que você pode começar fazendo aos seus juvenis logo na abertura da aula, para que eles possam refletir:
- O que significa viver para a glória de Deus?
- Fazer algo para a glória de Deus?
- Trabalhar para a glória de Deus?
Teremos toda esta aula para estudar a respeito desse tema tão importante na vida do cristão juntamente com os nossos juvenis.
Versículo-Chave
1 Coríntios 10:31
“Portanto, quando vocês comem ou bebem, ou fazem qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus.”
Amém.
Leitura Bíblica em Classe
Lucas 2:39–52
E, quando acabaram de cumprir tudo segundo a Lei do Senhor, voltaram para a Galileia, para sua cidade de Nazaré.
O menino crescia e se fortalecia em espírito, cheio de sabedoria, e a graça de Deus estava sobre Ele.
Todos os anos iam seus pais a Jerusalém para a festa da Páscoa.
Quando Jesus já tinha doze anos, subiram a Jerusalém segundo o costume da festa.
Terminados aqueles dias, regressando eles, ficou o menino Jesus em Jerusalém sem que seus pais soubessem.
Pensando que Ele estivesse entre os companheiros de viagem, caminharam um dia inteiro e começaram a procurá-lo entre parentes e conhecidos.
Como não o encontraram, voltaram a Jerusalém em busca dEle.
Passados três dias, encontraram-no no templo, assentado no meio dos doutores, ouvindo-os e interrogando-os.
Todos os que o ouviam admiravam-se da sua inteligência e das suas respostas.
Quando seus pais o viram, maravilharam-se.
Sua mãe lhe disse:
— Filho, por que fizeste isso conosco? Teu pai e eu, ansiosos, te procurávamos.
Jesus respondeu:
— Por que me procuráveis? Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai?
Eles não compreenderam o que Ele lhes dizia.
Então desceu com eles, foi para Nazaré e era-lhes sujeito.
Sua mãe guardava todas essas coisas no coração.
E crescia Jesus em sabedoria, em estatura e em graça diante de Deus e dos homens.
Amém.
Reflexão Inicial sobre a Leitura
Temos aqui uma leitura muito bonita em que Lucas fala sobre o crescimento de Jesus entre a adolescência e a vida adulta.
Todo o relato que temos sobre esse período está contido nesses versículos.
É aqui que entendemos quem era Jesus na adolescência.
Vemos que Ele cumpriu todos os requisitos da Lei.
Aos doze anos, o menino judeu passava por uma cerimônia em que se tornava participante daquela cultura e da Lei.
Jesus cumpriu tudo.
Mais tarde Ele mesmo diria:
“Eu vim para cumprir a Lei.”
E realmente cumpriu.
Não temos muitos relatos sobre a adolescência de Jesus.
Depois só sabemos que aprendeu a profissão do pai terreno, que José provavelmente faleceu e que Jesus, muito provavelmente, assumiu responsabilidades dentro da casa enquanto Maria criava os demais filhos.
Sabemos pelos Evangelhos que Jesus não foi filho único.
José e Maria tiveram outros filhos.
Por isso esse relato, que parece simples — Jesus no templo — é extremamente importante.
Tudo que sabemos sobre a adolescência e a preparação para a vida adulta de Jesus está concentrado aqui.
Por isso precisamos ler esse texto com tanta atenção.
Objetivos da Lição
1. Compreender que a obediência glorifica a Deus.
2. Explicar que é preciso viver a liberdade cristã com sabedoria.
3. Afirmar que precisamos usar palavras que glorifiquem a Deus.
TÓPICO 1 – A OBEDIÊNCIA QUE GLORIFICA A DEUS
Subtópico 1 – Um Filho Obediente
Os pais de Jesus iam todos os anos a Jerusalém para comemorar a festa da Páscoa.
Maria e José eram obedientes às leis de Deus.
Quando Jesus tinha doze anos, acompanhou seus pais até Jerusalém para a festa.
Depois da celebração, todos retornavam juntos para suas casas.
Os pais pensaram que Jesus estivesse com amigos e familiares.
Porém, quando perceberam que Ele não estava entre os viajantes, retornaram para Jerusalém e começaram a procurá-lo.
Finalmente encontraram Jesus no templo, junto aos doutores da Lei.
Todos ficaram admirados com a sabedoria que Ele possuía.
Aqui temos esse breve episódio relatado por Lucas:
Jesus, com doze anos, sendo considerado um homem dentro da cultura judaica, surpreendendo os doutores da Lei com seu conhecimento.
Maria e José não entenderam completamente o que estava acontecendo.
Eles sabiam que havia algo extraordinário na vida de Jesus por causa das profecias recebidas.
Haviam fugido para proteger sua vida.
Sabiam quem Ele era.
Mas ainda não tinham clareza de como seria o Seu ministério.
Por isso ainda não estavam preparados para vê-lo exercendo sua missão.
Então Maria pergunta:
“Filho, por que fizeste isso conosco?”
Uma pergunta natural.
Qualquer pai ou mãe perguntaria isso.
Mas Jesus responde:
“Eu estava cuidando das coisas de meu Pai.”
Imagino que naquele momento Maria e José se lembraram das palavras do anjo.
Quase treze anos antes, Maria recebera a promessa do nascimento milagroso.
E agora havia ali uma lembrança clara:
O Pai de Jesus era Deus.
É lindo perceber que, independentemente do crescimento natural de Jesus, Sua missão nunca foi esquecida.
Ele veio ao mundo para ser nosso Salvador.
Veio para dar a vida por nós.
Veio para nos resgatar de uma condição eterna de pecado.
TÓPICO 1 – A OBEDIÊNCIA QUE GLORIFICA A DEUS
Subtópico 2 – Como homem, Jesus viveu de forma sábia e inteligente
O Filho de Deus voltou para casa, em Nazaré, com seus pais e foi obediente a eles até que se tornou adulto e independente.
Já aprendemos que o Salvador possuía duas naturezas:
- a natureza humana;
- e a natureza divina.
Como homem, Jesus viveu uma vida normal.
Participou das festas, teve amigos e viveu de forma sábia e inteligente.
A Bíblia afirma:
“Desceu com eles, foi para Nazaré e era-lhes sujeito.”
A palavra “sujeito” está relacionada à obediência e submissão.
Jesus tinha doze anos e ainda dependia dos pais. Por isso, sujeitava-se a eles.
Ele obedecia a José e Maria.
Ao mesmo tempo, cumpria plenamente a vontade de Deus.
Como está escrito:
“Porque desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou.”
(João 6:38)
Essa verdade nos mostra que sem obediência:
- a Deus;
- aos pais;
- e às autoridades;
não existe verdadeira glorificação ao Senhor.
Viver com sabedoria é temer a Deus.
Obedecer aos Seus mandamentos.
A Palavra declara:
“O temor do Senhor é o princípio da sabedoria.”
(Provérbios 9:10)
Quem respeita Deus aprende a viver todas as fases da vida de modo que glorifique o Seu nome.
A obediência é uma forma de exaltação ao Senhor.
A obediência e os relacionamentos
Nós sabemos que obedecer a Deus envolve também outras formas de obediência.
Às vezes alguém pensa:
“Eu só tenho Deus. Só falo com Deus. Só quero Deus.”
Mas precisamos lembrar:
Deus nos inseriu na vida humana com propósito.
O Senhor deseja que nos relacionemos.
Ninguém veio ao mundo para viver isolado.
Deus criou o ser humano para o relacionamento.
Por isso todo bebê nasce inserido em uma família.
Desde que é gerado já possui vínculos.
Quando obedecemos a Cristo, todos os nossos relacionamentos precisam glorificar a Deus.
Meu relacionamento com meus pais deve ser moldado pela Palavra.
O cristianismo não é um detalhe da nossa vida.
A fé não pode ser apenas um complemento.
Ela precisa orientar:
- como falamos;
- como obedecemos;
- como convivemos.
Obedecer aos pais não é apenas algo moralmente correto.
Como cristãos, obedecemos porque essa é a vontade de Deus.
Jesus foi obediente aos Seus pais.
Nós também precisamos obedecer aos nossos.
Isso é mandamento do Senhor.
Honra e obediência aos pais
Enquanto somos crianças e adolescentes e vivemos sob o cuidado dos pais, devemos obediência a eles.
Quando nos tornamos adultos e iniciamos nossa própria vida, continuamos devendo honra aos pais — embora não mais obediência no mesmo sentido.
A honra permanece.
Obedecer aos pais durante a fase de dependência é uma forma de honrar a Deus.
Obediência às autoridades
Além da obediência aos pais, existe também a obediência às autoridades.
Quando estamos na escola, devemos respeitar os professores.
Quando estamos na casa dos avós, devemos respeitar os avós.
Quando os juvenis estão sob os cuidados de responsáveis, devem respeitar essas autoridades.
Para quem teme ao Senhor, desobedecer não deve ser tratado como algo sem importância.
Conflitos naturais da adolescência
Muitos juvenis vivem uma fase em que entram em conflito com os pais.
As opiniões se chocam.
O jovem deseja sair.
Os pais dizem não.
E surge o atrito.
Essas situações fazem parte do crescimento.
Mas precisam ser administradas com sabedoria.
A palavra dos pais continua tendo peso.
Muitas vezes desejamos algo e não entendemos naquele momento.
Lembrando da juventude, muitas vezes eu queria fazer coisas que meus pais não permitiam.
Mesmo insistindo, no final a decisão permanecia com eles.
Por isso os juvenis precisam aprender:
Obedecer aos pais é uma forma de honra.
É uma forma de glorificar o nome de Deus.
Nós obedecemos não apenas porque é correto.
Obedecemos porque essa é a vontade do Senhor.
Amém.
TÓPICO 2 – VIVENDO A LIBERDADE CRISTÃ COM SABEDORIA
O apóstolo Paulo, escrevendo aos coríntios, ensinou uma importante lição:
Quer no comer, quer no beber, e em tudo que fizermos, o alvo deve ser a glória de Deus.
Como crentes, nosso propósito neste mundo é agradar ao Pai Celeste e glorificar Seu nome.
O Senhor Jesus Cristo nos libertou do jugo do pecado.
Nos deu nova vida.
Hoje somos livres.
Mas nossa liberdade não significa fazer tudo o que queremos.
Também não devemos usar a liberdade para ferir outras pessoas.
TÓPICO 2 – VIVENDO A LIBERDADE CRISTÃ COM SABEDORIA
O apóstolo Paulo, escrevendo aos coríntios, ensinou uma importante lição:
“Quer comais, quer bebais ou façais qualquer outra coisa, fazei tudo para a glória de Deus.”
Como crentes, nosso propósito neste mundo é agradar ao Pai Celeste e glorificar o Seu nome.
O Senhor Jesus nos libertou do jugo do pecado e nos deu uma nova vida.
Hoje somos livres.
Porém, essa liberdade não significa viver sem limites ou fazer tudo aquilo que desejamos.
Também não devemos usar nossa liberdade para ferir outras pessoas.
A Palavra de Deus ensina que devemos viver de modo que não sirvamos de escândalo nem aos judeus, nem aos gregos e nem à igreja de Deus.
Liberdade não é licença para pecar
A Palavra ensina:
“Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convêm.”
Essa expressão merece atenção.
Você é livre.
Mas não livre para pecar.
Cristo nos libertou para uma vida transformada.
O desejo de Deus é que usemos essa liberdade para escolher aquilo que O honra.
A liberdade recebida por meio da cruz nos capacita a dizer “não” ao pecado.
Deus deseja que escolhamos:
- atitudes que glorifiquem Seu nome;
- decisões que O exaltem;
- caminhos que revelem Sua vontade.
O contraste entre o mundo e a Palavra de Deus
Vivemos em uma realidade em que muitas ideias caminham em direção oposta aos princípios bíblicos.
Frequentemente o mundo comunica mensagens como:
- “Faça tudo o que quiser.”
- “Siga apenas seus desejos.”
- “Experimente tudo.”
- “Defina sozinho o que é certo para você.”
Mas o ensino apresentado na lição conduz o juvenil à reflexão de que a vida cristã envolve discernimento, responsabilidade e submissão a Deus.
O desafio para o cristão não é apenas perguntar:
“Posso fazer?”
Mas também:
“Isso glorifica a Deus?”
Liberdade para escolher a vontade de Deus
O ensino desta lição destaca que a liberdade conquistada por Cristo na cruz não tem como objetivo simplesmente satisfazer desejos pessoais.
O objetivo da redenção é que possamos viver para Deus.
O Senhor deseja que, diante da liberdade que recebemos, escolhamos permanecer com Ele.
Escolhamos obedecer.
Escolhamos glorificar Seu nome.
Mesmo quando o mundo segue outra direção.
Permanecer firme em meio às pressões
O ensino também chama atenção para os desafios enfrentados por adolescentes e jovens em um contexto de muitas influências culturais e sociais.
A proposta apresentada é que o cristão aprenda a avaliar tudo à luz da Palavra.
Quando surgirem dúvidas, tendências ou pressões externas, o convite é permanecer perguntando:
- Isso honra a Deus?
- Isso fortalece minha fé?
- Isso glorifica o Senhor?
A proposta não é viver movido apenas pelo desejo momentâneo, mas pela consciência de quem pertence a Cristo.
A liberdade que glorifica
Cristo conquistou para nós redenção, justificação e nova vida.
Tudo isso tem um propósito:
Que possamos glorificar Seu nome por escolha.
Que possamos viver para Ele.
Que possamos honrá-Lo até mesmo quando a cultura ao nosso redor aponta em outra direção.
O mundo diz:
— Vá por este caminho.
Mas o discípulo aprende a perguntar:
— O que a Palavra de Deus ensina?
E então escolhe obedecer.
TÓPICO 3 – PALAVRAS QUE GLORIFICAM A DEUS
Agora iremos falar sobre um assunto muito importante:
a língua.
Esse órgão é pequeno, mas possui enorme poder.
Vamos aprender isso especialmente através do ensino de Tiago.
Subtópico 1 – Cuidado com a língua
De todos os seres criados por Deus, o ser humano é o único que possui linguagem articulada.
Podemos afirmar que a fala é um presente divino que nos distingue das demais criaturas.
Ela pode ser usada tanto para o bem quanto para o mal.
Tiago compara a língua a um fogo devastador.
No capítulo 3, versículo 6, ele ensina que uma pequena fagulha pode incendiar uma grande floresta.
Também afirma que nenhum homem consegue domar completamente a própria língua.
Com ela podemos bendizer a Deus.
Mas também podemos ferir o próximo.
Por isso controlar a língua não é simples.
Mas também não é impossível.
TÓPICO 3 – PALAVRAS QUE GLORIFICAM A DEUS
Subtópico 2 – Nossa maneira de falar revela quem somos
A nossa maneira de falar revela o nosso verdadeiro interior.
Jesus ensinou:
“A boca fala do que o coração está cheio.”
(Mateus 12:34)
Isso significa que as palavras não surgem apenas no momento em que são pronunciadas.
Elas revelam aquilo que está sendo cultivado dentro de nós.
A Palavra também ensina que é do coração humano que procedem os males.
Às vezes existe a ideia de que o ser humano é naturalmente bom.
Mas a Bíblia mostra que somos pecadores e dependemos da graça de Deus.
É do íntimo que procedem:
- murmuração;
- inveja;
- fofoca;
- palavras duras;
- julgamentos precipitados;
- orgulho.
Por isso precisamos que Cristo transforme o nosso interior.
O exemplo de Pedro
Certa vez, Pedro foi identificado como alguém que esteve com Jesus simplesmente pelo modo de falar.
Está registrado em:
Mateus 26:73
Isso nos ensina algo importante:
Nossa linguagem comunica quem seguimos.
Nossa forma de falar demonstra nossos valores.
Por isso a orientação bíblica é:
“Use palavras saudáveis e irrepreensíveis.”
De modo que ninguém tenha razão para acusar o cristão por causa da maneira como ele se expressa.
Pequenos hábitos que revelam o coração
Muitas vezes não percebemos o quanto reclamamos.
Reclamamos do clima.
Do dia.
Da rotina.
Das pessoas.
E sem perceber transformamos a murmuração em hábito.
Também existe o cuidado com:
Fofoca
Falar sobre pessoas sem necessidade.
Expor defeitos.
Criar narrativas.
Alimentar conversas destrutivas.
Palavras que ferem
Às vezes uma frase parece pequena, mas deixa marcas.
Comentários sobre aparência.
Situação financeira.
Fracassos.
Comparações.
Tudo isso pode causar dor.
Por isso a língua precisa ser colocada sob o governo de Deus.
Sem Cristo, a tendência natural é errar
O ensino da lição enfatiza que, sem a ação de Deus, o ser humano tende a agir segundo sua própria natureza.
Sem transformação espiritual, naturalmente surgem:
- reclamações;
- críticas;
- fofocas;
- julgamentos;
- palavras destrutivas.
Por isso não basta apenas esforço humano.
Precisamos da graça de Deus operando continuamente.
Subtópico 3 – Prudência no falar
Não podemos sair falando tudo o que vem à mente.
As palavras influenciam:
- as pessoas ao nosso redor;
- nosso próprio coração;
- nosso ambiente.
A maneira como começamos o dia muitas vezes interfere em toda nossa postura.
Por isso precisamos desenvolver prudência.
O livro de Provérbios traz muitos ensinamentos sobre o uso da língua.
Vale a pena fazer uma leitura observando todos os textos que falam sobre:
- cuidado ao falar;
- domínio próprio;
- sabedoria nas palavras.
Especialmente quem gosta de falar muito precisa redobrar a atenção.
Porque o falar também pode se tornar pecaminoso.
Pecados produzidos pela língua
Alguns exemplos apresentados:
- calúnia;
- difamação;
- mentira;
- falso testemunho.
A Bíblia ensina que a mentira não procede de Deus.
Provérbios ensina que Deus abomina a língua mentirosa.
Por isso precisamos buscar parecer mais com Cristo em nossa fala.
CONCLUSÃO
A vida é curta.
Por isso precisamos viver com sabedoria.
Glorificando a Deus:
- com nossa obediência;
- com nossas palavras;
- com nossas atitudes.
Que possamos viver todas as fases da vida em comunhão com Deus.
Desejando agradá-Lo em tudo.
Faça a diferença.
Viva única e exclusivamente para a glória do Senhor.
Amém.
Encerramento da Lição
Estamos chegando ao final desta lição tão importante.
Ao observarmos o conteúdo estudado até aqui, percebemos quantas atitudes podem glorificar o nome de Deus:
- orar;
- jejuar;
- perdoar;
- amar;
- purificar o coração;
- ser testemunha;
- fazer a diferença.
Tudo isso glorifica ao Senhor.
Temos escolha.
Podemos glorificar a Deus:
- com aquilo que somos;
- com aquilo que falamos;
- com a forma como vivemos.
Que o Senhor abençoe sua aula.
Que Ele capacite você.
Que seja uma aula maravilhosa.
Deus abençoe e até a próxima.
Professora: Dâmares Teixeira
Texto extraído do vídeo por IA.
Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=0_KBC7b0xAM&list=PLxODYifQD_t_JZK-r_BjTP0Nt7sGiKqsV&index=12
